A caravana do Wine World Adventure já passou por Varginha, Foz do Iguaçu, São Paulo, Florianópolis, Camburiú, Bento Gonçalves, Gramado, Canela e Três Coroas. Com cerca de 6 mil quilômetros rodados chegou a hora de parar o Daily Massimo Motorhome para sua primeira revisão em uma concessionária da rede Iveco. A Bivel Canoas foi escolhida estrategicamente por estar localizada próxima à rota planejada pela expedição.
A viagem prevê 120 mil quilômetros de estrada, passando por 170 regiões produtoras de vinho ao redor do mundo. Por isso, e para manter a segurança dos viajantes, o Iveco Daily deverá passar por várias revisões ao longo do percurso. Elas garantem que o veículo funcione perfeitamente, como tem se comportado neste início de viagem. Até agora, a média de consumo de combustível foi de 5,82km/litro, aplicação mista, com o caminhão rodando na estrada e cidade.
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Segundo pesquisa publicada pela revista New Scientist, alguns elementos minerais presentes no dia-a-dia podem sumir em alguns anos.
A pesquisa aponta que a popularização de produtos eletrônicos pode ser a principal causa para alarde, já que boa parte dos minerais em risco é utilizada na fabricação de dispositivos tecnológicos. Outros elementos estão sendo estudados para substituir os que se esgotarão, mas vale pensar duas vezes antes de descartar aparelhos em troca de um mais moderno.
Conheça alguns minerais que correm risco de extinção e como isso afetará a sua rotina.
PLATINA
Extinção em 2049
Por não reagir diante de outros elementos, é empregada em materiais cirúrgicos. Está presente na liga metálica usada nos piercings.
PRATA
Extinção em 2016
Foi usada na fabricação de espelhos e talheres, mas sua boa condutibilidade elétrica tornou seu uso comum em placas eletrônicas, como as que fazem a televisão funcionar.
COBRE
Extinção em 2027
Maleável e resistente, pode ser moldado de diversas formas e é usado em fios e cabos , assim como em dutos de ar-condicionado.
LÍTIO
Extinção em 2053
Um dos metais mais leves da natureza, tem grande capacidade de estocar energia em pouco espaço. É bastante usado em baterias de celulares, laptops e videogames.
ÍNDIO
Extinção em 2020
Excelente condutor de eletricidade e, ao mesmo tempo, transparente, é usado em telas de touchscreen de smartphones e tablets.
NÍQUEL
Extinção em 2064
Bom condutor de eletricidade e resistente ao calor, também retarda a corrosão. É usado em ligas metálicas de revestimento, de eletrônicos, como os celulares.
ESTANHO
Extinção em 2024
Evita reações químicas de corrosão e por isso é empregado no revestimento de ligas metálicas, como as usadas nas latinhas de refrigerante.
CHUMBO
Extinção em 2015
É usado em baterias de carros e caminhões, mas também está presente em soldas e rolamentos, como o do skate.
OURO
Extinção em 2043
Além de ser um metal precioso e dar vida a joias lindas, é um excelente condutor de eletricidade e por isso está presente em microships de computadores.
ZINCO
Extinção em 2041
Como não reage em contato com ar e água, é usado para cobrir ligas metálicas, impedindo que a ferrugem destrua objetos como as moedas.
Fonte: Planeta Sustentável, por Kátia Abreu.
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Na Fórmula Truck, o Iveco Stralis de competição deriva do Iveco Stralis normal (o modelo é produzido na Europa e no Brasil). Pode-se ver a semelhança entre o modelo de rua e o de corrida, mas o caminhão da Scuderia Iveco deve andar como um carro de corrida. Enquanto no Dakar o caminhão é elevado do chão, na Fórmula Truck ele fica a poucos centímetros da pista. O objetivo é baixar o centro de gravidade para maior estabilidade Além disso, sua área frontal é reduzida ao máximo, para melhorar a penetração aerodinâmica. Aerofólio, spoilers, carenagens especiais, tudo faz parte do pacote.
O motor, que nas estradas entrega ao redor de 500cv, nas pistas vai a 1.200cv. Se na estrada a economia e a durabilidade são requisitos básicos, nas pistas o que importa é potência e desempenho. “Acelerações bruscas, variação constante entre alta e baixa velocidade e operação sempre no limite máximo de rpm submete as peças a um esforço anormal”, explica o engenheiro Marcelo Sakurai, um dos integrantes da Scuderia Iveco. “As temperaturas de funcionamento excedem o normal por isso a refrigeração do motor é uma grande preocupação”.
O radiador e intercooler tem desenho próprio. E várias outras peças são diferentes: pistões, comando de válvulas, válvulas, turbo e um catalizador gigante, pois excesso de fumaça significa penalização na corrida (obriga o piloto a fazer um drive-through). A tomada de ar é “extra-large”, para aumentar o rendimento do turbo, consequentemente enchendo as câmaras de combustão. A central eletrônica tem “inteligência” de corrida, valorizando os parâmetros de velocidade final, retomadas para saídas de curva etc. O câmbio tem só seis marchas.
Outro fator fundamental na pista é o “chão” do caminhão, isto é, seu acerto de suspensão. O desafio é grudar o caminhão no asfalto para que toda a potência enviada às rodas traseiras seja revertida em velocidade. Assim, o motor é deslocado cerca de 50 centímetros para trás, para melhor distribuição de peso entre os eixos. O cardan tem tamanho reduzido. Todas as peças abaixo do chassi (eixos, diferenciais etc) tem peso reduzido (quanto mais leve embaixo do chassi, melhor a suspensão trabalha, uma regra de ouro na competição). E os amortecedores são especiais de corrida.
O que um motorista de caminhão normal ganha com toda essa movimentação nas pistas e nos ralis? “Um caminhão melhor”, responde Giuseppe Simonato. “Ao final de uma competição como o Dakar, fazemos um levantamento de tudo o que mudamos nos caminhões de corrida e avaliamos se podemos transferir essas tecnologias para um caminhão normal”, explica ele. Essa transferência pode ser pequena (uma composição metálica diferente para um componente), mas se ela resultar em maior durabilidade ou performance da peça, já valeu a pena.
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No mais exigente rali do mundo, o Dakar, que terminou dia 15 em Lima, no Peru, os caminhões participam em categoria própria, pulando dunas, atravessando corredeiras e terrenos pedregosos a velocidades de até 150 km/h. E nas pistas da Fórmula Truck brasileira, um caminhão de corrida pode chegar a 240 km/h, disputando posições em curvas de alta de baixa velocidade mesmo pesando quatro toneladas e meia. Estes caminhões de competição são preparados para o desempenho esportivo. Mas derivam diretamente de caminhões normais, que no dia-a-dia transportam mercadorias pelos quatro cantos do mundo.
No Dakar, no qual a Iveco terminou em primeiro e segundo lugares na classificação final (chegou em primeiro em oito das 14 etapas da competição), a base da equipe Petronas-De Rooy-Iveco é o Iveco Trakker 4×4, um caminhão projetado para operações fora-de-estrada como mineradoras, construção pesada, plantações de cana de açúcar etc (que é produzido na Alemanha e no Brasil). O Trakker é muito forte desde seu projeto. O chassi é super-resistente e o motor, um Iveco-FPT Cursor 13, e a partir de uma base confiável pode-se criar máquinas de competição vencedoras.
O Trakker 4×4 do Dakar é 50 centímetros mais alto que o normal. A suspensão é de molas parabólicas, mas só com duas lâminas para ficar macio. Mas vem com dois amortecedores especiais por roda. Cada amortecedor de competição é quatro vezes mais forte que um comum, porque tem de aguentar o tranco na caída do caminhão e, principalmente, segurá-lo para que ele não saia pulando como uma bola depois de um salto em alta velocidade de uma duna, situação normal enfrentada por um caminhão em um rally.
Outra modificação é o motor, preparado pela FPT. Um motor Cursor 13 normal tem calibrações de potência ao redor de 500cv. Já o Iveco Trakker do rally ele vem com 900cv. E tem o dobro do torque de um caminhão de série: 4.000 Nm, disponível entre 1.200 e 2.800 rpm. Peças móveis como pistões e bielas são especiais e a parte eletrônica é especial. Você afunda o pé e ele sai como uma bala de canhão, joga seu corpo contra o assento, e o piloto quase não precisa trocar de marchas. isso o câmbio também muda: em vez de uma caixa com 16 velocidades, o Trakker de corrida precisa só de oito.
O eixo dianteiro também é diferente. Ele é de caminhão militar e traz integrado um sistema de controle de pressão dos pneus. Nas dunas de areia fofa, você pode esvaziar o pneus para 0,8 atmosfera, pois com o pneu murcho é mais difícil atolar. Num piso mais duro, pode encher com até oito atmosferas, para maior desempenho. A tração 4×4 pode ser dosada entre os eixos: no modo normal distribui a força 50%-50%, mas pode ser regulada 60%-40%, de acordo com a necessidade da prova ou estilo do piloto.
Veja também: como se prepara um caminhão da Fórmula Truck
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Relatório divulgado na COP17, em Durban, avalia os países que mais liberam gases poluentes na atmosfera para a produção de energia.
O Brasil ficou em sexto lugar no ranking dos mais emissores do setor, por liberar, entre 2009 e 2010, cerca de 1.144 megatoneladas de CO2e – medida que leva em conta não só a liberação de dióxido de carbono na atmosfera, mas também a emissão de outros gases, como metano e dióxido nitroso – para produção energética.
De acordo com o relatório, ao lado das outras nove nações que aparecem nas primeiras posições do ranking, o Brasil é atualmente responsável por dois terços das emissões globais de gases causadores do efeito estufa do setor de energia.
A primeira posição da lista dos mais emissores do planeta ficou com a China, que nos últimos dois anos liberou 9.441 megatoneladas de CO2e na atmosfera, superando os EUA, que ocupam o segundo lugar do ranking, com 6.539 megatoneladas de CO2e, sendo o país desenvolvido que mais polui no setor energético.
Em seguida aparecem:
- Índia, com 2.272,45 megatoneladas de CO2e;
- Rússia, com 1.963 megatoneladas de CO2e e
- Japão, com 1.203 megatoneladas de CO2e.
Atrás do Brasil ficaram Alemanha, Canadá, México e Irã, respectivamente. Ao todo, o relatório analisou os índices de emissões de gases poluentes, no setor energético, de 176 países do mundo. Os outros 166 avaliados são responsáveis, apenas, por um terço da poluição gerada pela produção de energia.
Fonte: Planeta Sustentável por Débora Spitzcovsky
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A Agência Nacional do Petróleo (ANP) divulgou a lista dos postos de combustíveis que oferecerão o óleo diesel de baixo teor de enxofre, o S-50, em conformidade com o Proconve P7 que determina a redução de emissão de gases poluentes por veículos automotivos. Ao todo, 3.100 postos se juntarão aos mais de 1.100 estabelecimentos que já vendem o produto nas regiões metropolitanas de Belém, Recife e Fortaleza. Eles foram escolhidos supondo uma autonomia mínima de 100 quilômetros para veículos pesados.
Clique aqui para baixar a lista de postos em .xls (MS Excel) e aqui em .pdf
Fique atento:
- A partir de julho de 2012 será adicionado corante vermelho ao diesel A S-500, com o objetivo de diferenciá-lo do S-50;
- Veículos com tecnologia adaptada ao Proconve P7 / Euro V não devem ser abastecidos com diesel S-500, com riscos de deterioração irreversível do sistema;
- Belém, Fortaleza e recife comercializarão exclusivamente o diesel S-50, conforme o disposto na Resolução ANP Nº 43/2008;
- Os donos dos postos de combustíveis devem sinalizar a diferença dos óleos diesel nas bombas, a fim de evitar que o motorista ou o frentista abasteçam os veículos de forma incorreta;
- Os postos determinados a vender o diesel S-50 que forem flagrados sem o produto pela fiscalização da ANP estarão sujeitos a multa que varia de R$ 5 mil a R$ 2 milhões, segundo a Lei 9.847/99. Denúncias quanto à ausência do diesel S-50 ou eventuais irregularidades podem ser encaminhadas para o Centro de Relações com o Consumidor da ANP pelo número 0800 970 0267. Os revendedores que tiverem dúvidas também devem procurar o CRC.
Fonte: Agência Nacional do Petróleo
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A Iveco vendeu ao governo da Paraíba, por meio de licitação pública, 100 miniônibus CityClass para o transporte escolar. Até o final de janeiro, quando os ônibus serão entregues, estudantes que moram em locais de difícil tráfego ou em regiões afastadas de 81 municípios poderão ter acesso às escolas mais facilmente.
De acordo com a secretaria de educação estadual, será entregue um veículo para cada município e 19 deles para secretarias regionais de ensino. Entre os municípios que receberão os novos microônibus estão Água Branca, Esperança, Massaranduba, Monteiro, Olho d’Água, Santa Helena, São Domingos do Cariri, São João do Cariri, Várzea, além da capital João Pessoa, entre outros.
Os veículos da Iveco são padronizados e seguem as mais novas normas de segurança, acessibilidade e conforto exigidos pelos governos federal e estaduais brasileiros. O novo modelo Iveco CityClasss privilegia o conforto, a dirigibilidade e a segurança, fatores prioritários em um veículo dedicado ao transporte de passageiros. O miniônibus mede 2.220 mm de largura externa, 7.250 mm de comprimento e 2.920 mm de altura. A altura interna é de 1.930 mm, o que facilita o deslocamento dentro do salão de passageiros. As poltronas foram alargadas, aumentando assim o conforto. O bagageiro traseiro tem grande abertura e rebaixamento sobre o pára-choque, o que facilita o acesso ao pneu estepe e ferramentas.
O Iveco CityClass é o modelo que atende plenamente as normas de acessibilidade e segurança. Os ônibus possuem uma distância maior entre o assoalho e o solo, com os conjuntos de molas e suspensão elevados. Isso facilita o tráfego em ruas de terra, áreas não urbanizadas e até travessias de áreas alagadas. Na configuração há elevadores e espaços para cadeiras de rodas, cintos de segurança, bancos para o transporte das crianças, além de saídas de emergência. A cor padronizada é amarela com faixas pretas. O veículo possui adesivos refletivos para melhor visualização.
Publicado por: redecomunicacao Em: Iveco City Class 1 Comentário »
@Iveco Vamos compartilhar fotos @Iveco pelo mundo? Mande para gente e vamos divulgar no #IvecopeloMundo #
8 hours atrs@Iveco http://t.co/af82M3dr Depois de muitas cidades a @WineWAdventure dá uma parada para uma revisão em uma concessionária da rede @Iveco. #
10 hours atrs@Iveco http://t.co/k1Kq5ect Quer saber o que você, caminhoneiro, ganha com provas de Rali e Fórmula Truck? #
12 hours atrs