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Resíduos plásticos viram madeira biossintética

Resíduos plásticos viram madeira biossintética

A procura por madeira é uma das principais razões para a destruição das florestas do mundo. Rapidamente ecossistemas inteiros são destruídos por causa da derrubada de árvores. Mas quem disse que madeira só dá em árvore?
Já existe disponível no mercado um produto que parece madeira, tem cor de madeira, pode receber pregos e parafusos, mas não é madeira. A madeira plástica, ou madeira biossintética, é na verdade um aglomerado de plástico, normalmente descartado como lixo. Rótulo de refrigerantes, sacolas plásticas, pets, resíduos plásticos são usados na produção da madeira biossintética. Esses materiais são separados, triturados e formulados.  Uma das grandes vantagens do processo é que ele não utiliza água nem química evitando os subprodutos de um processo fabril e a contaminação do solo.
O polietileno de alta densidade (PAD) é utilizado com a mesma finalidade da madeira, com a vantagem de ser mais resistente à umidade, mais durável e não é passível de pragas e mofo. Tudo que seria feito em madeira normal pode ser feita de forma ecologicamente correta e, segundo os fabricantes, custa o mesmo preço da madeira de lei.
Os Estados Unidos, país que mais consome plástico no mundo, são também o maior consumidor da madeira plástica. Lá o material é utilizado em larga escala em projetos do governo, como na prefeitura de Los Angeles. Aqui no Brasil, o consumo é menor, mas a fabricação da madeira plástica já recicla todos os meses 500 toneladas de resíduos. A cada 700 quilos de plástico reciclado e transformado em madeira, uma árvore adulta é preservada.
Essa é uma excelente solução sustentável para o plástico. Quanto mais madeira plástica for produzida, menos plástico poluirá o planeta e menos árvores serão cortadas.
Clique aqui e assista a reportagem sobre a madeira biossintética no programa Cidades e Soluções, da Globo News.
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Madeira plástica: mais resistente que a madeira convencional e não provoca a destruição de florestas.


A procura por madeira é uma das principais razões para a destruição das florestas do mundo. Rapidamente ecossistemas inteiros são destruídos por causa da derrubada de árvores. Mas quem disse que madeira só dá em árvore?

Já existe disponível no mercado um produto que parece madeira, tem cor de madeira, pode receber pregos e parafusos, mas não é madeira. A madeira plástica, ou madeira biossintética, é na verdade um aglomerado de plástico, normalmente descartado como lixo. Rótulo de refrigerantes, sacolas plásticas, pets, resíduos plásticos são usados na produção da madeira biossintética. Esses materiais são separados, triturados e formulados.  Uma das grandes vantagens do processo é que ele não utiliza água nem química evitando os subprodutos de um processo fabril e a contaminação do solo.

O polietileno de alta densidade (PAD) é utilizado com a mesma finalidade da madeira, com a vantagem de ser mais resistente à umidade, mais durável e não é passível de pragas e mofo. Tudo que seria feito em madeira normal pode ser feita de forma ecologicamente correta e, segundo os fabricantes, custa o mesmo preço da madeira de lei.

Os Estados Unidos, país que mais consome plástico no mundo, são também o maior consumidor da madeira plástica. Lá o material é utilizado em larga escala em projetos do governo, como na prefeitura de Los Angeles. Aqui no Brasil, o consumo é menor, mas a fabricação da madeira plástica já recicla todos os meses 500 toneladas de resíduos. A cada 700 quilos de plástico reciclado e transformado em madeira, uma árvore adulta é preservada.

Essa é uma excelente solução sustentável para o plástico. Quanto mais madeira plástica for produzida, menos plástico poluirá o planeta e menos árvores serão cortadas.

Clique aqui e assista a reportagem sobre a madeira biossintética no programa Cidades e Soluções, da Globo News.

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