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Quarto dia do Rali Dakar só deu Iveco

Quarto dia do Rali Dakar só deu Iveco

A aventura mais extrema, a competição off road mais exigente do mundo, o Rali Dakar, tem a equipe Iveco como líder exclusiva. No quarto dia de rali, que contou com a tomada especial mais longa (326 km), que se desenvolveu entre o curso de rios secos e caminhos de terra, entre rochas que alcançam até 3.400 metros de altura, a disputa deixou em evidência que tanto o Iveco PowerStar (Strator-Torpedo) como os Iveco Trakker(Evolution II) foram concebidos com a mais perfeita robustez e potência, transformando-se assim em novas referências da categoria de caminhões.

Desde o primeiro momento, quando faltavam dois minutos para as 14 horas, os representantes Iveco puxaram a etapa San Juan-Chilecito (La Rioja) com a ideia de vencer os rivais de outras marcas, também buscando ser os melhores e mais rápidos dentro da mesma equipe. Após a primeira etapa do dia ficou claro que o holandês Gerard De Rooy buscava a ponta tentando superar o problema com o radiador que deixou-o perder a liderança na corrida do dia anterior. À frente de 6 caminhões, esteve na liderança nos primeiros 137 quilômetros corridos. Seu ritmo acelerado, baseado nos mais de 900 CV de potência do motor Cursor 13 da Fiat PowerTrain, permitiu a ele aumentar a vantagem por volta do quilômetro 252. A partir deste momento, ficou explícita a supremacia da equipe Iveco De Rooy, já que o italiano Miki Biasion, como o holandês Hans Stacey, se intercalavam como escoltas do seu companheiro.

Confirmando a tendência nas duas seções intermediárias depois de 4h22’12, o primeiro a cruzar a chegada foi o Iveco PowerStar (Strator-Torpedo) de De Rooy, que não só repetiu a vitória da segunda etapa, mas também recuperou o primeiro lugar na classificação geral.

Seu primo, Hans Stacey terminou em segundo lugar só a 1’13 e o italiano Miki Biasion, em terceiro, a 1’43. Os três, na mesma ordem encabeçam a classificação geral com 2’42 e 3’06, respectivamente.
A quinta etapa, que será a última na Argentina, atravessará as dunas brancas de Fiambalá (Catamarca), que historicamente são uma verdadeira armadilha para muitos competidores. Serão 265 km de rali e 151 de estrada. Até este trecho terão sido completados 3.329 km desde a partida em Mar Del Plata.

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