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Qual é o seu perfil profissional?

Qual é o seu perfil profissional?

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A formatura chegou e a pergunta agora é onde investir na sua carreira

O Programa Start! surgiu da vontade de trazer novos profissionais para fazer parte da equipe Iveco. Para divulgar melhor as potencialidades deste programa e dar dicas para os participantes, o Blog da Iveco começa esta semana com uma série de matérias sobre carreira profissional. O tema de hoje é perfil.

As empresas sempre buscam colaboradores com perfil definido para os cargos que são oferecidos. Mas o que na verdade é este perfil? O que em nossos valores e crenças nos fazem qualificados para um cargo e não para outro? Max Gehringer escreveu um texto bem interessante sobre o assunto para uma edição especial sobre carreira da Você S/A.

O que é perfil?

Sexta-feira, 23 de julho de 1954. Em Long Beach, na Califórnia, realiza-se o tradicional e aguardado concurso anual de Miss Universo. Dentre as 79 concorrentes, está uma fulgurante brasileira de 18 aninhos, Maria Martha Hacker Rocha, nascida em Salvador. Numa controvertida decisão do júri, porém, Martha fica em 2º lugar.

Martha Rocha, que nas três décadas seguintes se tornaria o paradigma da perfeição física da mulher brasileira, tinha 1,70m de altura. Hoje, em qualquer seleção de modelos, uma jovem que tenha as mesmas medidas de Martha nem sequer passaria pela recepção. O que mudou? Mudou o perfil.

Nos tempos de Martha Rocha, sete mil horas de estudos (hoje equivalente ao Ensino Fundamental) eram suficientes para garantir emprego em uma empresa respeitável. Hoje, quem se candidata a uma vaga em uma empresa de grande porte são necessários, por baixo, 18 mil horas de estudo, incluindo cursos de aperfeiçoamento.

Onde foram parar a experiência, a força de vontade, a integridade e o entusiasmo, fatores que as empresas consideravam até mais relevantes que os estudos? Eles continuam importantes, mas passaram a ser vistos como inerentes e não como diferenciais.

Não existe um perfil perfeito, quem tentar esses caminhos talvez conclua, como Martha Rocha concluiu, que a falta de perfil num processo de seleção pode parecer uma derrota, mas no fim das contas, acabará trazendo mais benefícios do que uma vitória teria trazido.

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