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Proconve P7: Novas tecnologias, novos combustíveis

Proconve P7: Novas tecnologias, novos combustíveis

As normas do Proconve P7 existem para garantir que a emissão de gases por veículos na atmosfera seja reduzida progressivamente. Além das novidades tecnológicas, o que muda é o abastecimento do caminhão.

Com a nova norma, os combustíveis também terão que ficar mais “limpos”. Para isso, os órgãos competentes já estão trabalhando para reduzir o teor de enxofre no diesel. Sendo assim, em 2012, o óleo diesel S50 (com 50 partes por milhão de enxofre) será disponibilizado em todo o país para abastecer os veículos P7 e em 2013 o S50 será substituído pelo óleo diesel S10 (com 10 partes por milhão de enxofre). Atualmente, no Brasil estão disponíveis os combustíveis S50 (para frotas de ônibus urbanos), S500 (nas regiões metropolitanas exceto Belém, Fortaleza e Recife, que usam o S50) e S1800 nas demais regiões do país.

A mudança do tipo de combustível adotado para a nova linha de caminhões só foi possível devido à mudança na legislação ambiental, o que levou a ANP – Agência Nacional do Petróleo a especificar os novos combustíveis. Em breve, todos os pontos do país contarão com ampla rede de distribuição de combustível em todo o país.

 


Tecnologia SCR

Na Iveco, a tecnologia SCR (Selective Catalyst Reduction) é aplicada para os veículos médios, semipesados, pesados e extrapesados. O objetivo desta tecnologia é reduzir a emissão de Óxido de Nitrogênio dos gases de exaustão por meio de uma reação química. Por isso, quando for abastecer um caminhão P7, será necessário abastecer também com ARLA 32 (ureia). Desta forma, o resultado da combustão do combustível será nitrogênio e água, dois produtos inofensivos à natureza.

O uso do ARLA 32 como solução para a redução de emissões acontece desde os anos 1980 em usinas termoelétricas, turbinas a gás, motores de locomotivas a diesel e grandes motores marítimos.

Veja algumas características do ARLA32:

– Não tóxico
– Não inflamável
– Sintético
– O ARLA 32 não é o mesmo produto (uréia) utilizado na agricultura
– O ARLA 32 não deve ser misturado ao diesel. Ele fica armazenado em um tanque separado no caminhão. Também jamais deve-se abastecer diesel no reservatório de ARLA 32 e vice-versa, pois pode ocasionar contaminação e entupimento do sistema. Por isso, as bombas e os tanques dos combustíveis são diferenciados.

 

Tecnologia EGR

No caso da linha leve, a tecnologia aplicada é a EGR (Exhaust Gas Recirculation), que tem por princípio reinjetar parte dos gases de escape na câmara de combustão, de modo a reduzir a temperatura no interior do motor para que as emissões de NOx também sejam reduzidos. Os veículos leves também serão dotados de um filtro de partículas (DPF) para reduzir a emissão de fuligem ao limite permitido pela legislação.

 

Saiba sobre o uso do óleo diesel mais limpo, clique na imagem para ampliá-la:

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