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Energias renováveis para cidades sustentáveis

Energias renováveis para cidades sustentáveis

Mundialmente, a maior parte do uso da energia e das emissões de carbono provém de cidades que estão descobrindo modos mais eficientes de gestão, melhorando a qualidade de vida e impactando menos a saúde humana. Em Nova York, o prefeito Bloomberg, que está cobrando pedágio urbano, quer fazer da cidade dele a primeira “cidade sustentável do século 21?, usando a renovação do Empire State Building, para exemplos de eficiência energética, construção verde e produção de eletricidade limpa. Em Rizhao, cidade costeira chinesa, 90% de todas as residências de mais de 3 milhões de habitantes, já usam aquecedores de água solares, e o governo local instalou painéis solares para alimentar a iluminação de rua e os semáforos.

Tel Aviv, a maior área metropolitana de Israel, toda água do banho e da descarga vai para o maior complexo de tratamento do Oriente Médio, o Shafdan, movido a energia limpa, onde o esgoto é bombeado para dentro da terra e novamente retirado, passando por tratamentos físicos, químicos e biológicos, para ser purificada e recuperada.

No Brasil, ações urbanas começam a fazer parte das novas gestões das cidades. No Rio, o projeto “Estudantes pela Sustentabilidade” reuniu equipes de estudantes de diferentes países para desenvolver a próxima geração de líderes em sustentabilidade.

A Arena Fonte Nova na Bahia já percebeu o potencial dos econegócios

Já Pernambuco prepara a implantação de usina de geração solar fotovoltaica conectada à rede elétrica da Companhia Pernambucana de Energia. Na Bahia, a arrojada Arena Fonte Nova que voltará a ser o prédio que mais “vibra” no estado, usando o conceito “fonte nova”, perceberá o filão dos econegócios que está entrando para lançar, por exemplo, tecidos termoelétricos capazes de produzir energia a partir do calor liberado pelo corpo humano durante jogos, caminhadas intensas ou pela prática de exercícios físicos e recarregar celulares e outros aparelhos portáteis.

Aos poucos estamos buscando satisfazer as necessidades do presente sem comprometer os direitos das futuras gerações e do nosso planeta.

Fonte: Blog do Planeta, por Eduardo Athayde (diretor do WWI-Worldwatch Institute no Brasil)

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