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Construção civil investe no equilíbrio ambiental

Construção civil investe no equilíbrio ambiental

Considerado um dos setores que mais causa impactos no meio ambiente devido ao alto consumo de materiais, energia e geração de resíduos, a construção civil vem buscando cada vez mais princípios de sustentabilidade e se especializando em bioconstrução.
Bioconstrução é uma técnica de construção que utiliza materiais que não agridem o meio ambiente e reutiliza materiais locais e provenientes de resíduos industriais, aproveitando e minimizando o uso de matéria-prima do planeta. A bioconstrução também ajuda na minimização do gasto de energias para iluminação e conforto térmico, bem como o aproveitamento de águas da chuva e residuais.
Pensando nisso, o Próximo Passo irá utilizar as técnicas de bioconstrução, que prevêem o menor impacto ambiental possível utilizando os materiais locais (próximos da obra) e reciclados provenientes da planta industrial da Iveco, para construir sua sede na comunidade Cidade de Deus, em Sete Lagoas, Minas Gerais.
Segundo Cláudio Cassacia e Bruno Assunção, arquitetos responsáveis pela construção da sede, a utilização do conceito de bioconstrução no Próximo Passo “tem a intenção de contribuir com uma ação sócio-econômica-cultural-ambiental que favoreça o desenvolvimento da comunidade, valorize o reaproveitamento de materiais, contribua com a minimização do aquecimento global e propicie a geração de trabalho e renda para jovens e adultos da Cidade de Deus”.
Cláudio afirma que as tecnologias usadas pela bioconstrução, e que serão ensinadas em uma oficina de capacitação na comunidade, são de fácil aprendizagem e realização, pois originam-se de práticas tradicionais acrescidas de conhecimentos mais modernos. “Sendo simples, elas podem ser aplicadas pela comunidade, revertendo esta ação na melhoria e sustentabilidade do ambiente e na formação de agentes para um mundo mais sustentável”, destaca.
Para utilizar a técnica de bioconstrução, foram catalogados alguns materiais residuais da Ilha Ecológica da Iveco para aproveitamento na sede do projeto e nas aulas práticas da oficina, como madeira dos palets, estruturas metálicas, vidros ou janelas dos veículos, tanque de combustível e assentos. Para Cláudio, “a reciclagem de peças e resíduos que já consumiram energia para serem produzidos é uma maneira de evitar a retirada de mais matéria-prima da natureza”.
Vale lembrar que a bioconstrução não se resume à utilização de materiais ecologicamente corretos durante a construção. A ocupação também deve seguir a filosofia da responsabilidade ambiental.
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Projeto da sede do Próximo Passo: menor impacto ambiental e reaproveitamento de materiais.

Considerado um dos setores que mais causa impactos no meio ambiente devido ao alto consumo de materiais, energia e geração de resíduos, a construção civil vem buscando cada vez mais princípios de sustentabilidade e se especializando em bioconstrução.

Bioconstrução é uma técnica de construção que utiliza materiais que não agridem o meio ambiente e reutiliza materiais locais e provenientes de resíduos industriais, aproveitando e minimizando o uso de matéria-prima do planeta. A bioconstrução também ajuda na minimização do gasto de energias para iluminação e conforto térmico, bem como o aproveitamento de águas da chuva e residuais.

Pensando nisso, o Próximo Passo irá utilizar as técnicas de bioconstrução, que prevêem o menor impacto ambiental possível utilizando os materiais locais (próximos da obra) e reciclados provenientes da planta industrial da Iveco, para construir sua sede na comunidade Cidade de Deus, em Sete Lagoas, Minas Gerais.

Segundo Cláudio Cassacia e Bruno Assunção, arquitetos responsáveis pela construção da sede, a utilização do conceito de bioconstrução no Próximo Passo “tem a intenção de contribuir com uma ação sócio-econômica-cultural-ambiental que favoreça o desenvolvimento da comunidade, valorize o reaproveitamento de materiais, contribua com a minimização do aquecimento global e propicie a geração de trabalho e renda para jovens e adultos da Cidade de Deus”.

Cláudio afirma que as tecnologias usadas pela bioconstrução, e que serão ensinadas em uma oficina de capacitação na comunidade, são de fácil aprendizagem e realização, pois originam-se de práticas tradicionais acrescidas de conhecimentos mais modernos. “Sendo simples, elas podem ser aplicadas pela comunidade, revertendo esta ação na melhoria e sustentabilidade do ambiente e na formação de agentes para um mundo mais sustentável”, destaca.

Para utilizar a técnica de bioconstrução, foram catalogados alguns materiais residuais da Ilha Ecológica da Iveco para aproveitamento na sede do projeto e nas aulas práticas da oficina, como madeira dos palets, estruturas metálicas, vidros ou janelas dos veículos, tanque de combustível e assentos. Para Cláudio, “a reciclagem de peças e resíduos que já consumiram energia para serem produzidos é uma maneira de evitar a retirada de mais matéria-prima da natureza”.

Vale lembrar que a bioconstrução não se resume à utilização de materiais ecologicamente corretos durante a construção. A ocupação também deve seguir a filosofia da responsabilidade ambiental.

Rede Comunicação
5 Comentários
  • Schedule

    É muito bom ver empresas grandes se preocupando com a sustentabilidae na construção civil. Tomara que isso vire uma realidade mais comum aqui no Brasil. Quanto a custos, esse tipo de construção também é mais barata para a empresa?

  • Iveco Brasil

    Olá, Schedule,

    Em um primeiro momento o investimento é maior, mas a longo prazo o retorno é obtido através da utilização dos recursos naturais como, por exemplo: Utilização de energia solar , captação de água das chuvas etc.

    Agradecemos o contato,
    Iveco. Você à Frente

  • Helécio

    Acredito que é uma fantástica iniciativa, já que sustentabilidade é a pauta do futuro. Eu, como estudante de engenharia ambiental, acredito que investimentos devem ser direcionados para essas idéias e, principalmente, na área de construção civil, que nunca deixa de crescer. E seria fantástico se já houvesse algum projeto assim encaminhado visando a Copa de 2014.

  • Leandro O

    É isso aí, quem investe no futuro investe em sustentabilidade, não tem mais pra onde correr…usar essas ‘ferramentas’ na contrução civil é fascinante. Eu vou começar a cursar agora engenharia civil pelo IESB de Brasília e já estou com tanta coisa na cabeça e sustentabilidade é um dos pilares do progresso e da segunça. Parabéns pelo post, muito bom.

  • Petrotec - Equipamentos para construção civil

    Aliar a sustentabilidade nas atividades industriais, principalmente na área da construção civil, possibilita ampliar a reutilização consciente de materiais e resíduos provenientes desta.

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