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Como serão as cidades daqui a 100 anos?

Como serão as cidades daqui a 100 anos?

Especialistas da ONU acreditam que a população do planeta pulará de 7 bilhões para 9,1 bilhões. Desse total, 70% viverá nos centros urbanos. Metrópoles como Nova York, Tóquio e São Paulo devem dobrar de população – a capital paulista deverá chegar a 40 milhões de moradores – e Ultralópolis serão criadas. Conheça as principais mudanças previstas por especialistas e pesquisadores:
Arranha-espaço
Para uma superpopulação, superprédios. Além de apartamentos de vários tamanhos para abrigar centenas de milhares de pessoas, eles terão comércio, hospital, escolas, lazer e até fazendas. “Serão megacondomínios de 800 metros de altura, capazes de gerar energia e alimentos e reciclar água e lixo”, diz Bernard Hunt, do Instituto Real de Arquitetos Britânicos. “Muita gente passará meses sem sair deles.”
Vida no ar
Já tem em Hong Kong e vai se tornar padrão: grandes passarelas vão ligar os principais edifícios, compensando a falta de espaço. Haverá também pistas para automóveis e ônibus (mais raros do que hoje), trens, metrôs… e zepellins.
Estradas inteligentes
O trânsito estará ainda mais caótico, com grandes engarrafamentos, pedágios urbanos e estacionamentos caríssimos. Boa velocidade, só nas vias superinteligentes entre as cidades. Segundo Robert Strattan, pesquisador da Universidade de Tulsa, nelas os veículos andarão a até 400km/h, a poucos centímetros uns dos outros, rastreados por radares e controlados pelo computador de bordo.
Vida sob a terra
Ninguém vai querer morar debaixo do solo, mas não vai dar para descartar esse espaço útil. Teremos shoppings conectados a estações de metrô, ciclovias e pistas de caminhadas em até dez andares de profundidade. Em pontos cruciais, elevadores irão direto do subsolo até o topo dos arranha-céus.
Chaminé forever
Cidades terão parques, carros não usarão mais petróleo e lares receberão energia renovável. Mesmo assim, ainda teremos uma nuvenzinha preta da poluição sobre nossas cabeças. Ainda precisaremos de indústrias e os principais países desenvolvidos não conseguirão se livrar totalmente da dependência de carvão.
O futuro já começou
• Um projeto de bairro ecológico e 100% conectado à web deve ser inaugurado em 2015 na Índia.
• Tóquio já tem três projetos de megaprédios para 1 milhão de pessoas.
• É dos japoneses também o projeto da primeira cidade subterrânea de Marinepolis.
Fonte: Planeta Sustentável

cidadefuturo

Especialistas da ONU acreditam que a população do planeta pulará de 7 bilhões para 9,1 bilhões. Desse total, 70% viverá nos centros urbanos. Metrópoles como Nova York, Tóquio e São Paulo devem dobrar de população – a capital paulista deverá chegar a 40 milhões de moradores – e Ultralópolis serão criadas. Conheça as principais mudanças previstas por especialistas e pesquisadores:

Arranha-espaço
Para uma superpopulação, superprédios. Além de apartamentos de vários tamanhos para abrigar centenas de milhares de pessoas, eles terão comércio, hospital, escolas, lazer e até fazendas. “Serão megacondomínios de 800 metros de altura, capazes de gerar energia e alimentos e reciclar água e lixo”, diz Bernard Hunt, do Instituto Real de Arquitetos Britânicos. “Muita gente passará meses sem sair deles.”

Vida no ar
Já tem em Hong Kong e vai se tornar padrão: grandes passarelas vão ligar os principais edifícios, compensando a falta de espaço. Haverá também pistas para automóveis e ônibus (mais raros do que hoje), trens, metrôs… e zepellins.

Estradas inteligentes
O trânsito estará ainda mais caótico, com grandes engarrafamentos, pedágios urbanos e estacionamentos caríssimos. Boa velocidade, só nas vias superinteligentes entre as cidades. Nelas os veículos andarão a até 400km/h, a poucos centímetros uns dos outros, rastreados por radares e controlados pelo computador de bordo.

Vida sob a terra
Ninguém vai querer morar debaixo do solo, mas não vai dar para descartar esse espaço útil. Teremos shoppings conectados a estações de metrô, ciclovias e pistas de caminhadas em até dez andares de profundidade. Em pontos cruciais, elevadores irão direto do subsolo até o topo dos arranha-céus.

Chaminé forever
Cidades terão parques, carros não usarão mais petróleo e lares receberão energia renovável. Mesmo assim, ainda teremos uma nuvenzinha preta da poluição sobre nossas cabeças. Ainda precisaremos de indústrias e os principais países desenvolvidos não conseguirão se livrar totalmente da dependência de carvão.

O futuro já começou
• Um projeto de bairro ecológico e 100% conectado à web deve ser inaugurado em 2015 na Índia.
• Tóquio já tem três projetos de megaprédios para 1 milhão de pessoas.
• É dos japoneses também o projeto da primeira cidade subterrânea de Marinepolis.

Fonte: Planeta Sustentável

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1 Comment
  • jhontan

    acho q pode ser bom vivermos num mundo em q so se via em filmes
    mas não podemos nos deixar enganar ,pois o mundo sera outro.

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