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Como funciona a divergência em curvas?

Como funciona a divergência em curvas?

Sempre que o Blog da Iveco traz um assunto muito técnico buscamos um especialista no assunto para explicá-lo de forma clara e objetiva. Portanto, ninguém melhor para falar sobre caminhões do que o Top Driver Iveco, Carlos Augusto de Souza. O Carlão, assim como também é chamado, tem o blog Carlão Trucks o qual ele traz várias dicas sobre o funcionamento mecânico dos caminhões. Trazemos abaixo um conteúdo do Carlão Trucks sobre a divergência em curvas.

Divergência em curvas

 DIVERG~1

Os braços de Ackerman formam duas linhas imaginárias que devem passar pelo centro diferencial. Com isso temos o equilíbrio correto entre rotação das rodas dianteiras e traseiras em curvas. Lembrando que para a maioria dos caminhões os projetos pedem convergência em linha reta.

Desta forma não existirão arrastos desnecessários que acelerem o desgaste dos pneus.

Observe atentamente (figura acima) que cada braço aponta para fora, então ao girarmos o volante para fazer uma curva o efeito será:

DIVERG2

Neste exemplo, giramos a direita e o braço direito, que já estava voltado a direita, inclina-se muito mais que o esquerdo que tinha orientação inversa. Dessa forma, o efeito é que o pneu direito fecha  mais para dentro  da curva.

A divergência em curvas total é medida em milímetros e sempre varia de acordo com o projeto do veículo.

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