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Cinco dicas para quem quer fazer compostagem em casa

Cinco dicas para quem quer fazer compostagem em casa

O que você faz quando os restos de verduras, cascas de frutas, leite e legumes não são mais aproveitados na sua casa? Joga no lixo? Quem quer ser mais sustentável a partir de 2014 não precisa mais fazer isso. Pode usar a prática da compostagem e transformar os restos de alimentos em adubo para a sua horta ou jardim.

A compostagem é um processo biológico e aeróbio em que micro-organismos como bactérias e fungos e macro-organismos como minhocas, tatus-bola e centopeias são fundamentais para o sucesso. Pode parecer difícil, mas não é! O Blog da Iveco ensina cinco passos para você ter uma composteira em casa.

1. Avalie onde será instalada a compostagem caseira. Não a deixe muito longe da cozinha, pois você pode cair na tentação de jogar os resíduos no lixo comum. E adote um lixo de pia apenas para os resíduos orgânicos. Observe a quantidade de resíduos que você gera na sua casa. Por exemplo, se o seu lixo é de 1,5 litro e leva três dias para estar completo, sua média de geração para um ciclo de 45 dias (tempo médio para os resíduos compostarem) será de 22,5 litros (divida 1,5 por 3 e depois multiplique o resultado por 45). Assim, você vai precisar de locais que comportem 22,5 litros para montar sua compostagem de forma correta.

2. Separe os materiais necessários. Use luvas grossas todas as vezes que for mexer na pilha de composto para evitar o contato com algum inseto, aranha, formiga etc. Separe ainda um balde ou caixa plástica com folhas secas, aparas de grama ou folhas de papel picados. E sempre mexa no composto com um garfo de jardinagem. Isso evitará os maus cheiros e moscas.

3. É preciso que você tenha um local para colocar o material orgânico. Pode ser um pote, uma lata ou um balde, mas hoje já existem no mercado caixas de três andares que são feitas especialmente para esse processo. O importante é que ela comporte a quantidade de lixo que você gera.

Comece colocando os resíduos orgânicos no recipiente de cima, que deve ter o fundo com pequenos furinhos. É aqui, aliás, que estarão as minhocas. Espere cerca de um mês para que a caixa fique cheia e depois coloque-a no meio do sistema, subindo a caixa que estava no meio para receber os próximos resíduos orgânicos. A última caixa, por sua vez, será responsável por receber o chorume da compostagem, um líquido eliminado pelo material orgânico em decomposição e que é um ótimo fertilizante.

4. Prepare a composteira. Comece com a primeira camada, que deve ser o fundo da composteira, garantindo boa drenagem e aeração à pilha que vai se formar. Quanto mais ar tiver na pilha, mais rápido os restos orgânicos são transformados em adubo. Em seguida, alimente a pilha diariamente com os restos orgânicos produzidos pela casa. Siga a seguinte proporção: para cada parte de lixo orgânico úmido (cascas de legumes e frutas, cascas de ovo, borra de café, saquinhos de chá) cubra o lixo com o dobro de material orgânico seco (folhas secas, aparas de jardim e poda de grama secas).

Quanto mais picados estiverem os materiais colocados na composteira, mais rápido será o processo de decomposição. Depois, eleja um dia da semana para revirar o composto e fazer a avaliação do processo. Depois de 30 dias inicie uma nova pilha da mesma maneira, deixando a primeira decompor. Revire a compostagem a cada 15 dias até que ela fique com aspecto de terra fresca, o que leva de 45 a 90 dias.

5. O que pode e o que não pode ser colocado na pilha? Restos de frutas e verduras, cascas de ovo, saquinhos de chá, coador, borra de café, folhas frescas e secas do jardim, guardanapos e papel toalha são ótimas opções para fazer adubo. Mas não use restos de alimentos temperados, carnes e gorduras, chocolates, balas e chicletes, pilhas, plásticos, vidros e metais, fezes de animais domésticos, plantas doentes e papel higiênico. Cascas de frutas cítricas também não são boas escolhas por serem muito bactericidas, matando as bactérias boas, o que retarda o processo. Cebola e alho também devem ser evitados, visto que o processo de fermentação desses alimentos podem causar mal cheiro.

Fonte: Revista Exame

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