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Posts Tagged ‘sustentável’

 

11

May

2011

Copo comestível pode substituir descartáveis , , , ,

Copo descartável, que gera lixo e demora centenas de anos para se decompor, ou copo de vidro, que constantemente precisa ser lavado com água e detergente? Em meio às discussões sobre a forma mais sustentável de consumir líquidos, um escritório de design norte-americano desenvolveu um copo que pode, finalmente, encerrar esse debate: o Jelloware.
Feito de ágar-ágar*, um tipo especial de gelatina de algas, o copo é comestível e, por isso, resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo, desperdício de água e poluição, debatidos no consumo dos demais tipos de copo.
Coloridos e maleáveis, os Jellowares são fabricados em três versões – limão e manjericão, gengibre e hortelã, e alecrim e beterraba –, dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com a sua bebida.
O produto só requer dois cuidados: se não for consumido imediatamente, ele deve ser guardado na geladeira, ao invés do bom e velho armário de louças, e a sua ingestão deve ser controlada. Isso porque, segundo os fabricantes, comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas.
Mas quem não quiser não precisa comer o copo: o Jelloware é também biodegradável e, por isso, segundo os fabricantes, pode ser enterrado em qualquer área verde, que se transformará em adubo para as plantas.
* O Agar Agar é extraído de algas marinhas que, por assimilarem grande quantidade de minerais na água do mar, tornam-se ricas em fósforo, iodo, sais minerais e fibras vegetais.
Fonte: Blog da Redação | Planeta Sustentável

copocomestivel500

Débora Spitzcovsky, Blog da Redação do Planeta Sustentável

Copo descartável, que gera lixo e demora centenas de anos para se decompor, ou copo de vidro, que constantemente precisa ser lavado com água e detergente? Em meio às discussões sobre a forma mais sustentável de consumir líquidos, um escritório de design norte-americano desenvolveu um copo que pode, finalmente, encerrar esse debate: o Jelloware.

Feito de ágar-ágar*, um tipo especial de gelatina de algas, o copo é comestível e, por isso, resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo, desperdício de água e poluição, debatidos no consumo dos demais tipos de copo.

Coloridos e maleáveis, os Jellowares são fabricados em três versões – limão e manjericão, gengibre e hortelã, e alecrim e beterraba –, dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com a sua bebida.

O produto só requer dois cuidados: se não for consumido imediatamente, ele deve ser guardado na geladeira, ao invés do bom e velho armário de louças, e a sua ingestão deve ser controlada. Isso porque, segundo os fabricantes, comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas.

Mas quem não quiser não precisa comer o copo: o Jelloware é também biodegradável e, por isso, segundo os fabricantes, pode ser enterrado em qualquer área verde, que se transformará em adubo para as plantas.

* O Agar Agar é extraído de algas marinhas que, por assimilarem grande quantidade de minerais na água do mar, tornam-se ricas em fósforo, iodo, sais minerais e fibras vegetais.

Publicado por: redecomunicacao    Em: Respeite o meio ambiente, Sustentabilidade        Nenhum Comentário »

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31

Mar

2011

Carreira Verde , , ,

Técnicos em engenharia e gestão são os mais conhecidos como profissionais verdes, pela ligação direta com o tema. Mas o setor ambiental também tem criado oportunidades para pessoas de muitas outras especialidades. O crescimento baseado na sustentabilidade não envolve apenas a preservação do meio, mas também o desenvolvimento social e econômico e, dessa maneira, exige pessoas com diferentes habilidades.
Entre as carreiras requisitadas está a de administradores, fundamentais para gerir projetos e organizações com o foco ambiental. Esse é um nicho sedento por mão de obra qualificada e, por isso mesmo, bastante promissor.
As especialidades demandadas pelo setor ambiental não ficam limitadas às carreiras com foco em gestão empresarial. Os arquitetos, por exemplo, têm espaço garantido. O consumidor está cada vez mais consciente e engajado, e a arquitetura do século 21 está cada vez mais focada nos conceitos da bioconstrução. Usar materiais que não agridem o meio ambiente, reutilizar materiais minimizando o uso de matéria-prima do planeta são formas de trabalhar a arquitetura levando em consideração o aspecto ambiental.
Conheça aqui mais sobre o tema e o projeto da sede do programa Próximo Passo da Iveco que utiliza técnicas de bioconstrução. (inserir o link do post sobre o tema)
Profissionais da área de logística também estão bastante cotados. Mais especificamente os profissionais que trabalham com logística reversa, que tem como preocupação fazer com que os materiais produzidos, e sem condições de serem reutilizados, retorne ao seu ciclo produtivo ou para o de outra indústria como insumo, evitando uma nova busca por recursos na natureza e permitindo um descarte ambientalmente correto.
Outra área do conhecimento que está liberando pessoal qualificado para tratar das questões do meio ambiente é a pedagogia. Como a ideia corrente é perpetuar as práticas sustentáveis, a educação ambiental tornou-se parte importante das ações em favor do uso consciente dos recursos naturais.
Os químicos também estão cotados para lidar com sustentabilidade. Nesse caso, sai o trabalho de conscientização e entra o de análise de poluentes em laboratório, associado ao controle dos resíduos produzidos, no intuito de reduzir os efeitos danosos de uma empresa ou indústria à natureza. Já aqueles com formação em ciências sociais têm uma chance de sair da academia para atuar em campo com projetos de responsabilidade social promovidos por empresas preocupadas com o aspecto socioambiental.
A lista não para por aí. Economistas, psicólogos, agrônomos, assistentes sociais e muitos outros fazem parte da fatia verde no mercado que tem ganhado força no Brasil nos últimos anos. Assim, para aqueles que têm afinidade com o assunto e interesse em se dedicar a ele, o tempo é propício.
Fonte: Portal Admite-se
profissoesverde250

A fatia de empregos ligados à sustentabilidade não se restringe a profissionais do setor ambiental

Técnicos em engenharia e gestão são os mais conhecidos como profissionais verdes, pela ligação direta com o tema. Mas o setor ambiental também tem criado oportunidades para pessoas de muitas outras especialidades. O crescimento baseado na sustentabilidade não envolve apenas a preservação do meio, mas também o desenvolvimento social e econômico e, dessa maneira, exige pessoas com diferentes habilidades.

Entre as carreiras requisitadas está a de administradores, fundamentais para gerir projetos e organizações com o foco ambiental. Esse é um nicho sedento por mão de obra qualificada e, por isso mesmo, bastante promissor.

As especialidades demandadas pelo setor ambiental não ficam limitadas às carreiras com foco em gestão empresarial. Os arquitetos, por exemplo, têm espaço garantido. O consumidor está cada vez mais consciente e engajado, e a arquitetura do século 21 está cada vez mais focada nos conceitos da bioconstrução. Usar materiais que não agridem o meio ambiente, reutilizar materiais minimizando o uso de matéria-prima do planeta são formas de trabalhar a arquitetura levando em consideração o aspecto ambiental.

Conheça aqui mais sobre o tema e o projeto da sede do programa Próximo Passo da Iveco que utiliza técnicas de bioconstrução.

Profissionais da área de logística também estão bastante cotados. Mais especificamente os profissionais que trabalham com logística reversa, que tem como preocupação fazer com que os materiais produzidos, e sem condições de serem reutilizados, retorne ao seu ciclo produtivo ou para o de outra indústria como insumo, evitando uma nova busca por recursos na natureza e permitindo um descarte ambientalmente correto.

Outra área do conhecimento que está liberando pessoal qualificado para tratar das questões do meio ambiente é a pedagogia. Como a ideia corrente é perpetuar as práticas sustentáveis, a educação ambiental tornou-se parte importante das ações em favor do uso consciente dos recursos naturais.

Os químicos também estão cotados para lidar com sustentabilidade. Nesse caso, sai o trabalho de conscientização e entra o de análise de poluentes em laboratório, associado ao controle dos resíduos produzidos, no intuito de reduzir os efeitos danosos de uma empresa ou indústria à natureza. Já aqueles com formação em ciências sociais têm uma chance de sair da academia para atuar em campo com projetos de responsabilidade social promovidos por empresas preocupadas com o aspecto socioambiental.

A lista não para por aí. Economistas, psicólogos, agrônomos, assistentes sociais e muitos outros fazem parte da fatia verde no mercado que tem ganhado força no Brasil nos últimos anos. Assim, para aqueles que têm afinidade com o assunto e interesse em se dedicar a ele, o tempo é propício.

Fonte: Portal Admite-se

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29

Mar

2011

Como serão as cidades daqui a 100 anos? , ,

Especialistas da ONU acreditam que a população do planeta pulará de 7 bilhões para 9,1 bilhões. Desse total, 70% viverá nos centros urbanos. Metrópoles como Nova York, Tóquio e São Paulo devem dobrar de população – a capital paulista deverá chegar a 40 milhões de moradores – e Ultralópolis serão criadas. Conheça as principais mudanças previstas por especialistas e pesquisadores:
Arranha-espaço
Para uma superpopulação, superprédios. Além de apartamentos de vários tamanhos para abrigar centenas de milhares de pessoas, eles terão comércio, hospital, escolas, lazer e até fazendas. “Serão megacondomínios de 800 metros de altura, capazes de gerar energia e alimentos e reciclar água e lixo”, diz Bernard Hunt, do Instituto Real de Arquitetos Britânicos. “Muita gente passará meses sem sair deles.”
Vida no ar
Já tem em Hong Kong e vai se tornar padrão: grandes passarelas vão ligar os principais edifícios, compensando a falta de espaço. Haverá também pistas para automóveis e ônibus (mais raros do que hoje), trens, metrôs… e zepellins.
Estradas inteligentes
O trânsito estará ainda mais caótico, com grandes engarrafamentos, pedágios urbanos e estacionamentos caríssimos. Boa velocidade, só nas vias superinteligentes entre as cidades. Segundo Robert Strattan, pesquisador da Universidade de Tulsa, nelas os veículos andarão a até 400km/h, a poucos centímetros uns dos outros, rastreados por radares e controlados pelo computador de bordo.
Vida sob a terra
Ninguém vai querer morar debaixo do solo, mas não vai dar para descartar esse espaço útil. Teremos shoppings conectados a estações de metrô, ciclovias e pistas de caminhadas em até dez andares de profundidade. Em pontos cruciais, elevadores irão direto do subsolo até o topo dos arranha-céus.
Chaminé forever
Cidades terão parques, carros não usarão mais petróleo e lares receberão energia renovável. Mesmo assim, ainda teremos uma nuvenzinha preta da poluição sobre nossas cabeças. Ainda precisaremos de indústrias e os principais países desenvolvidos não conseguirão se livrar totalmente da dependência de carvão.
O futuro já começou
• Um projeto de bairro ecológico e 100% conectado à web deve ser inaugurado em 2015 na Índia.
• Tóquio já tem três projetos de megaprédios para 1 milhão de pessoas.
• É dos japoneses também o projeto da primeira cidade subterrânea de Marinepolis.
Fonte: Planeta Sustentável

cidadefuturo

Especialistas da ONU acreditam que a população do planeta pulará de 7 bilhões para 9,1 bilhões. Desse total, 70% viverá nos centros urbanos. Metrópoles como Nova York, Tóquio e São Paulo devem dobrar de população – a capital paulista deverá chegar a 40 milhões de moradores – e Ultralópolis serão criadas. Conheça as principais mudanças previstas por especialistas e pesquisadores:

Arranha-espaço
Para uma superpopulação, superprédios. Além de apartamentos de vários tamanhos para abrigar centenas de milhares de pessoas, eles terão comércio, hospital, escolas, lazer e até fazendas. “Serão megacondomínios de 800 metros de altura, capazes de gerar energia e alimentos e reciclar água e lixo”, diz Bernard Hunt, do Instituto Real de Arquitetos Britânicos. “Muita gente passará meses sem sair deles.”

Vida no ar
Já tem em Hong Kong e vai se tornar padrão: grandes passarelas vão ligar os principais edifícios, compensando a falta de espaço. Haverá também pistas para automóveis e ônibus (mais raros do que hoje), trens, metrôs… e zepellins.

Estradas inteligentes
O trânsito estará ainda mais caótico, com grandes engarrafamentos, pedágios urbanos e estacionamentos caríssimos. Boa velocidade, só nas vias superinteligentes entre as cidades. Nelas os veículos andarão a até 400km/h, a poucos centímetros uns dos outros, rastreados por radares e controlados pelo computador de bordo.

Vida sob a terra
Ninguém vai querer morar debaixo do solo, mas não vai dar para descartar esse espaço útil. Teremos shoppings conectados a estações de metrô, ciclovias e pistas de caminhadas em até dez andares de profundidade. Em pontos cruciais, elevadores irão direto do subsolo até o topo dos arranha-céus.

Chaminé forever
Cidades terão parques, carros não usarão mais petróleo e lares receberão energia renovável. Mesmo assim, ainda teremos uma nuvenzinha preta da poluição sobre nossas cabeças. Ainda precisaremos de indústrias e os principais países desenvolvidos não conseguirão se livrar totalmente da dependência de carvão.

O futuro já começou
• Um projeto de bairro ecológico e 100% conectado à web deve ser inaugurado em 2015 na Índia.
• Tóquio já tem três projetos de megaprédios para 1 milhão de pessoas.
• É dos japoneses também o projeto da primeira cidade subterrânea de Marinepolis.

Fonte: Planeta Sustentável

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16

Mar

2011

Vem aí a primeira cidade carbono-zero do mundo , , ,

A primeira cidade carbono-zero é uma visão do futuro que está virando realidade em pleno deserto árabe. Em construção nas areias do emirado de Abu Dhabi, Masdar City quer se tornar um exemplo mundial de comunidade sustentável e autossuficiente em energia – a qual será garantida quase na totalidade por sistema solar.
A iniciativa vai abrigar 40 mil habitantes e 1,5 mil empresas de tecnologia limpa, além do já operante Masdar Institute of Science and Technology, uma universidade com foco em pesquisa e inovação, desenvolvida em cooperação com o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e o Imperial College.
Todas as ruas de Masdar contarão com prédios projetados em ângulos que facilitam a criação de sombras e ajudam na manutenção de uma temperatura agradável. A cidade estará livre de congestionamentos – o sistema de transporte, todo elétrico, vai operar no subsolo.
Também será instalada, na região, a sede da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA) que hoje funciona em Abu Dhabi. O Emirado planeja suprir 7% de suas necessidades energéticas com fontes renováveis em apenas uma década. Há dois anos em construção, sob tutela da firma Foster & Partners, e orçada em 22 bilhões de dólares, Masdar City deverá ser concluída em 2016.
Fonte: Planeta Sustentável
masdar

A cidade do futuro nasce no deserto árabe

A primeira cidade carbono-zero é uma visão do futuro que está virando realidade em pleno deserto árabe. Em construção nas areias do emirado de Abu Dhabi, Masdar City quer se tornar um exemplo mundial de comunidade sustentável e autossuficiente em energia – a qual será garantida quase na totalidade por sistema solar.

A iniciativa vai abrigar 40 mil habitantes e 1,5 mil empresas de tecnologia limpa, além do já operante Masdar Institute of Science and Technology, uma universidade com foco em pesquisa e inovação, desenvolvida em cooperação com o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e o Imperial College.

Todas as ruas de Masdar contarão com prédios projetados em ângulos que facilitam a criação de sombras e ajudam na manutenção de uma temperatura agradável. A cidade estará livre de congestionamentos – o sistema de transporte, todo elétrico, vai operar no subsolo.

Também será instalada, na região, a sede da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA) que hoje funciona em Abu Dhabi. O Emirado planeja suprir 7% de suas necessidades energéticas com fontes renováveis em apenas uma década. Há dois anos em construção, sob tutela da firma Foster & Partners, e orçada em 22 bilhões de dólares, Masdar City deverá ser concluída em 2016.

Fonte: Planeta Sustentável

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03

Mar

2011

Um carnaval bom para você e para o planeta , ,

O carnaval está aí e muitos brasileiros já estão curtindo a folia. Mesmo no momento de diversão e alegria é possível viver um carnaval mais sustentável, com menos desperdícios e com responsabilidade ambiental. Veja algumas dicas de como reduzir o impacto carnavalesco.
- Produza o mínimo necessário de lixo. Na hora de consumir bebidas em lata, procure sempre uma lixeira para facilitar o trabalho dos catadores de latinhas. E alimente-se bem, com alimentos frescos e saudáveis. Evite os industrializados, que vem com embalagem e consequentemente geram lixo.
- Manter a cidade limpa é um dever de todos, por isso utilize os banheiros públicos e não faça xixi na rua!
- As fantasias de carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Portanto, para evitar o desperdício, nada melhor do que reutilizá-las, trocá-las com amigos, reciclá-las.
- Se você vai escolher outra cidade para aproveitar a folga, não se esqueça de verificar se todos os aparelhos eletrônicos da sua casa foram devidamente desligados e retirados das tomadas. Isso evita o desperdício de energia e ainda garante que tudo vai estar intacto na sua volta.
- Evite as brincadeiras que implicam em desperdício de água, tome banhos mais curtos e desligue o chuveiro na hora de se ensaboar.
- Sempre que possível encha sua própria garrafinha ou copo com água filtrada, pois a água mineral vem com embalagem, que causa um grande acúmulo de lixo pela cidade. Essa dica vale para outras bebidas, como refrigerante de máquina, chopp, suco etc.
- Evite deslocar-se de automóvel. Vá a pé. Assim você conhece melhor a cidade e não polui o ar, além de deixar mais espaço para os foliões que andam pelas ruas em busca de diversão.
- Se você for viajar no carnaval, procure minimizar os impactos ambientais de sua viagem, respeite os costumes dos lugares visitados, prestigie a cultura e a economia locais.
Com essas dicas básicas seu carnaval será mais saudável e sustentável.

carnaval

O carnaval está aí e muitos brasileiros já estão curtindo a folia. Mesmo no momento de diversão e alegria é possível viver um carnaval mais sustentável, com menos desperdícios e com responsabilidade ambiental. Veja algumas dicas de como reduzir o impacto carnavalesco.

- Produza o mínimo necessário de lixo. Na hora de consumir bebidas em lata, procure sempre uma lixeira para facilitar o trabalho dos catadores de latinhas. E alimente-se bem, com alimentos frescos e saudáveis. Evite os industrializados, que vem com embalagem e consequentemente geram lixo.

- Manter a cidade limpa é um dever de todos, por isso utilize os banheiros públicos e não faça xixi na rua!

- As fantasias de carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Portanto, para evitar o desperdício, nada melhor do que reutilizá-las, trocá-las com amigos, reciclá-las.

- Se você vai escolher outra cidade para aproveitar a folga, não se esqueça de verificar se todos os aparelhos eletrônicos da sua casa foram devidamente desligados e retirados das tomadas. Isso evita o desperdício de energia e ainda garante que tudo vai estar intacto na sua volta.

- Evite as brincadeiras que implicam em desperdício de água, tome banhos mais curtos e desligue o chuveiro na hora de se ensaboar.

- Sempre que possível encha sua própria garrafinha ou copo com água filtrada, pois a água mineral vem com embalagem, que causa um grande acúmulo de lixo pela cidade. Essa dica vale para outras bebidas, como refrigerante de máquina, chopp, suco etc.

- Evite deslocar-se de automóvel. Vá a pé. Assim você conhece melhor a cidade e não polui o ar, além de deixar mais espaço para os foliões que andam pelas ruas em busca de diversão.

- Se você for viajar no carnaval, procure minimizar os impactos ambientais de sua viagem, respeite os costumes dos lugares visitados, prestigie a cultura e a economia locais.

Com essas dicas básicas seu carnaval será mais saudável e sustentável.

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24

Feb

2011

Da estrada para o mundo , , ,

Sinal de tempos em que nada se perde, tudo se transforma, as lonas que tradicionalmente protegem a carga dos caminhões ganharam aplicações nada previsíveis – em tapetes, estofados, calçados e roupa.
As mesmas lonas que cruzam as estradas, durante anos, passam por um processo de reciclagem para se transformar em revestimentos e tecidos diferenciados. No processo inicial de reciclagem os aspectos originais como ilhoses, carimbos, coloração eram preservados. Hoje já surgiram vários outros processos que originam outras versões da lona como envelhecida e até rasgada – destacando a vocação sustentável do material. A novidade mais recente são os processos de amaciamento, estamparia, tingimento e customização, que tornam essa trama resistente de algodão quase irreconhecível. Extremamente resistente, a lona é de fácil manutenção e de alta durabilidade.
Com todos esses processos as peças em lona reciclada apresentam variação de tonalidade, pequenas manchas e marcas, o que imprimem certa identidade e exclusividade ao produto.
Por se tratar de um produto sustentável e reciclado, esse tipo de material conquistou decoradores e estilistas de países como Itália, Estados Unidos, Argentina, Chile e Colômbia, para onde o revestimento é exportado.
Fonte: Planeta Sustentável

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Sinal de tempos em que nada se perde, tudo se transforma, as lonas que tradicionalmente protegem a carga dos caminhões ganharam aplicações nada previsíveis – em tapetes, estofados, calçados e roupa.

As mesmas lonas que cruzam as estradas, durante anos, passam por um processo de reciclagem para se transformar em revestimentos e tecidos diferenciados. No processo inicial de reciclagem os aspectos originais como ilhoses, carimbos, coloração eram preservados. Hoje já surgiram vários outros processos que originam outras versões da lona como envelhecida e até rasgada – destacando a vocação sustentável do material. A novidade mais recente são os processos de amaciamento, estamparia, tingimento e customização, que tornam essa trama resistente de algodão quase irreconhecível.

Com todos esses processos as peças em lona reciclada são extremamente resistente, de fácil manutenção e de alta durabilidade. Além disso, apresentam variação de tonalidade, pequenas manchas e marcas, o que imprimem certa identidade e exclusividade ao produto.

Por se tratar de um produto sustentável e reciclado, esse tipo de material conquistou decoradores e estilistas de países como Itália, Estados Unidos, Argentina, Chile e Colômbia, para onde o revestimento é exportado.

Fonte: texto adaptado do site Planeta Sustentável

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04

Feb

2011

Cultive o verde em casa ,

Se o seu apartamento tem uma varanda ensolarada ou a sua casa possui um quintal, não
há mais desculpa: você pode montar uma horta com hortaliças, temperos e ervas que poderão ser usados nas suas receitas do dia a dia. Isso pode representar, inclusive, economia nos seus gastos com alimentos. Mesmo com pouco espaço, é possível cultivar uma horta. Veja como:
No apartamento
- Coloque argila expandida até 1/3 do vaso ou da jardineira, fazendo furos no fundo.
- Acrescente duas partes de terra comum, uma de adubo natural e outra parte de terra vegetal.
- Molhe as plantas da horta usando um regador, de preferência ao amanhecer ou entardecer, quando a temperatura está mais amena. Dessa forma, a água não evapora tão rapidamente.
No quintal de casa
- Com uma pequena enxada, revire bem o solo, deixando a terra solta e fofa.
- Misture o adubo e alise a terra.
- Marque os espaçamentos e plante. Os pés de alface, por exemplo, devem ficar a dois palmos de distância um do outro.
A partir de sementes
- Separe potes vazios, de margarina ou de sorvete, por exemplo, e lave-os bem.
- Faça vários furos no fundo das vasilhas e coloque uma mistura de terra e adubo, deixando dois dedos da borda livres.
- Coloque as sementes e cubra-as com terra.
- Regue-as diariamente, cedinho ou à tardinha.
Para maiores rendimentos em sua horta, use fertilizantes industriais idôneos, de acordo com as recomendações dos rótulos.
Que tal reciclar o lixo orgânico e fazer um adubo natural?
1. Monte uma composteira, que deve ficar num lugar arejado e ensolarado.
2. Use um recipiente plástico com furos e tampa, ou um cercadinho de madeira, forrado com plástico preto e com furos.
3. Coloque resíduos secos, como folhas secas, restos de podas de jardim, cascas de árvore, sobras de comida e, por cima, uma camada fina de terra.
4. Feche com um filme plástico ou com a tampa do recipiente.
5. Nos primeiros quinze dias após o plantio, revire a matéria orgânica duas vezes por semana para arejar. Depois, até o quarto mês, de 2 em 2 semanas. Demora de 4 a 6 meses para o adubo ficar pronto.
6. Equilibre a umidade — o conteúdo da composteira não pode ficar nem muito seco,
nem muito úmido. Se a camada superior estiver seca, regue-a. Se estiver muito molhada, coloque terra, folhas secas ou serragem.
Fonte: Cartilha Pense Bem – Meio Ambiente produzida pela IPAS – Iniciativa Pró-Alimento Sustentável.

horta

Se o seu apartamento tem uma varanda ensolarada ou a sua casa possui um quintal, não há mais desculpa: você pode montar uma horta com hortaliças, temperos e ervas que poderão ser usados nas suas receitas do dia a dia. Isso pode representar, inclusive, economia nos seus gastos com alimentos. Mesmo com pouco espaço, é possível cultivar uma horta. Veja como:

No apartamento
- Coloque argila expandida até 1/3 do vaso ou da jardineira, fazendo furos no fundo.
- Acrescente duas partes de terra comum, uma de adubo natural e outra parte de terra vegetal.
- Molhe as plantas da horta usando um regador, de preferência ao amanhecer ou entardecer, quando a temperatura está mais amena. Dessa forma, a água não evapora tão rapidamente.

No quintal de casa
- Com uma pequena enxada, revire bem o solo, deixando a terra solta e fofa.
- Misture o adubo e alise a terra.
- Marque os espaçamentos e plante. Os pés de alface, por exemplo, devem ficar a dois palmos de distância um do outro.

A partir de sementes
- Separe potes vazios, de margarina ou de sorvete, por exemplo, e lave-os bem.
- Faça vários furos no fundo das vasilhas e coloque uma mistura de terra e adubo, deixando dois dedos da borda livres.
- Coloque as sementes e cubra-as com terra.
- Regue-as diariamente, cedinho ou à tardinha.

Para maiores rendimentos em sua horta, use fertilizantes industriais idôneos, de acordo com as recomendações dos rótulos.

Que tal reciclar o lixo orgânico e fazer um adubo natural?
1. Monte uma composteira, que deve ficar num lugar arejado e ensolarado.
2. Use um recipiente plástico com furos e tampa, ou um cercadinho de madeira, forrado com plástico preto e com furos.
3. Coloque resíduos secos, como folhas secas, restos de podas de jardim, cascas de árvore, sobras de comida e, por cima, uma camada fina de terra.
4. Feche com um filme plástico ou com a tampa do recipiente.
5. Nos primeiros quinze dias após o plantio, revire a matéria orgânica duas vezes por semana para arejar. Depois, até o quarto mês, de 2 em 2 semanas. Demora de 4 a 6 meses para o adubo ficar pronto.
6. Equilibre a umidade — o conteúdo da composteira não pode ficar nem muito seco, nem muito úmido. Se a camada superior estiver seca, regue-a. Se estiver muito molhada, coloque terra, folhas secas ou serragem.

Fonte: Cartilha Pense Bem – Meio Ambiente produzida pela IPAS – Iniciativa Pró-Alimento Sustentável.

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