Newton, o pai da física, já ensinava: força é igual a massa vezes aceleração. Imagine um caminhão de Fórmula Truck: ele pesa 4,5 toneladas e é capaz de atingir 250 km/h. É muita força! Por isso, além de ser rápido, um caminhão de corrida precisa ser seguro. A cabine do Iveco Stralis SI-12 de competição possui a “célula de sobrevivência”, uma estrutura de metal que deixa o piloto protegido contra impactos de até 50 toneladas. Para se ter ideia da resistência necessária para garantir essa proteção, um choque a 160 km/h dentro do caminhão da F-Truck é equivalente à colisão de um carro de Fórmula 1 a 300 km/h.
A célula de segurança é feita de um tubo de aço com paredes de 10mm de espessura, homologado pela Federação Internacional de Automobilismo. O banco é de competição, com proteção lateral e cinto de segurança de cinco pontos. Dentro da cabine há dois extintores de quatro quilos, um deles dirigido ao turbo do motor, colocado quase abaixo do piloto. Uma tela de proteção quadriculada na janela (não há vidro) serve para evitar que o piloto seja projetado para fora do veículo em caso de acidente ou que algum “objeto voador não identificado” vindo da pista atinja o condutor.
Dentro da cabine, o piloto pode acionar sistema de resfriamento para os freios, comunicar-se com a equipe pelo módulo de rádio, e monitorar seu caminhão pelo AIM (velocímetro digital que mostra velocidade, rotação e temperatura do motor, pressão de óleo etc). Há ainda instrumentos que medem a pressão de turbo, a temperatura de água do motor, o ar dos freios (junto a este, há um alerta para baixa pressão) e uma espia de falhas no trem de força. À primeira vista, a alavanca de mudança parece alta, mas é para que ela fique mais próxima das mãos do piloto.
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A multa é de 85 reais e o motorista perderá 4 pontos na carteira se for flagrado falando ao celular enquanto dirige. Apesar disso, muitos insistem em ignorar o Código de Trânsito, aumento os riscos de provocar um acidente.
De acordo com pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon em Pittsburg (EUA), conversar no celular enquanto dirige reduz a concentração em até 37%. Essa diminuição da concentração é equivalente à que acontece quando o motorista dirige embriagado, ou seja, o condutor estará sujeito a cometer erros fatais.
Motoristas ao celular tem a reação mais lenta, dificilmente olham para o retrovisor, tem dificuldade para trocar marchas. Estes são apenas alguns exemplos de relapsos que podem acontecer.
O Blog da Iveco é a favor da vida. Por isso, siga essa dica: quando a chamada for inadiável, encoste seu veículo num local seguro e, apenas após desligar o motor, atenda o celular. Respeite a sua vida e das outras pessoas que também circulam pelas ruas e estradas.
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Durante o período de férias o movimento nas estradas aumenta consideravelmente. Muitas famílias aproveitam o conforto de seus carros para viajar pelas estradas brasileiras. O aumento de pessoas em trânsito tem como conseqüência o crescimento no número de acidentes, por isso o Governo Federal planejou uma ação inédita: a Operação RodoVida. O objetivo é reduzir a gravidade dos acidentes de trânsito através de ações integradas entre a Polícia Rodoviária Federal, policiais estaduais e agências de trânsito.
Um diagnóstico realizado pela PRF mostra que 60 trechos de dez quilômetros de extensão respondem por 22% dos acidentes mais graves atendidos pela corporação. São nesses 600 quilômetros que as ações coordenadas acontecerão entre 19 de dezembro e 27 de fevereiro de 2012.
Uma característica comum a todos esses pontos levou à integração das ações: em todos existe a confluência de vias estaduais ou municipais para as rodovias federais. Assim, a ação simultânea nas rodovias e vias de acesso vai aumentar a segurança e propiciar a redução dos acidentes.
A fiscalização é uma ferramenta que as autoridades possuem para inibir comportamentos de risco no trânsito, como o consumo de bebidas alcoólicas, por exemplo. Entretanto, a ação mais eficaz contra acidentes ainda é manter a atenção e dirigir com responsabilidade. Estas ainda são as maneiras mais eficazes de evitar acidentes. Por isso, quando for pegar estrada, certifique-se de que seu veículo passou por uma revisão recentemente, que o motorista está alerta e não deixe de usar o cinto de segurança.
Fonte: Polícia Rodoviária Federal
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Os feriados prolongados trazem para as estradas um intenso movimento de viajantes, experientes ou não, por isso é importante redobrar a atenção ao dirigir. Dados da Polícia Rodoviária Federal mostram que 25% dos acidentes nas rodovias são provocados por caminhões, muitas vezes causados pelo excesso de velocidade e carga, além da fadiga, fruto de muitas horas seguidas no volante.
O Blog da Iveco é a favor da vida em primeiro lugar, por isso reunimos algumas dicas de segurança que devem ser observadas sempre!
- Evite a fadiga e reserve um tempo da sua viagem para o descanso. Motoristas sonolentos demoram mais tempo para reagir a um imprevisto, o que pode ser decisivo numa situação de risco.
- Atenção redobrada em pista molhada. A água torna as estradas mais escorregadias, por isso é importante reduzir a velocidade e sinalizar corretamente todos os movimentos.
- Transporte o peso adequado para o seu caminhão. O excesso de carga é um dos principais motivos de acidentes rodoviários, pois prejudica o desempenho do caminhão e, portanto, seu comportamento em situações adversas.
- Respeite as leis de trânsito. O tráfego em velocidade acima da permitida e o desrespeito à sinalização de trânsito são comportamentos de risco.
- Fique de olho no asfalto. A malha rodoviária brasileira é muito extensa e nem sempre apresenta a pavimentação adequada para o transporte. Mantenha a atenção na qualidade da estrada e saiba administrar a velocidade, evitando acidentes ou problemas futuros com o caminhão
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Diariamente o caminhoneiro viaja quilômetros por estradas em condições de pavimentação, além de enfrentar as variações climáticas, que acompanham cada região do país. O transporte deve ser feito de forma que a carga seja preservada e chegue ao destino em condições ideais. Por isso, é preciso ficar atento à amarração do que está sendo carregado.
Antes de mais nada, a amarração de cargas deve ser feita para condições normais de viagem. Isso não significa necessariamente que você guiará em velocidade constante, em um asfalto ideal, numa reta. É preciso pensar em situações de frenagens bruscas, mudanças rápidas de direção e más condições de conservação das estradas. Estes fatores devem ser levados em considerações tanto para viagens longas, quanto para curtas: segurança nunca é demais!
Em seguida, para manter a estabilidade da carga, é importante carregar o caminhão de forma que o peso fique bem distribuído dentro do implemento. As boas condições dos equipamentos de amarração são fundamentais, por isso cheque sempre se não está na hora de trocar cabos e cordas. Equipamentos de segurança e amarração são testados pelo Inmetro, por isso, se for adquirir novas peças, fique atento às informações fornecidas pelo fabricante.
Por fim, durante o processo de amarração da carga, não tenha pressa. Este procedimento pode levar de 30 minutos a duas horas, o importante aqui é que a carga seja bem amarrada, de forma a evitar acidentes. Numa curva, até metade do peso da carga pode se deslocar para o lado, por isso é importante manter-se atento à altura da carga e evitar o risco de tombamento.
Fonte: amarracaodecargas.com.br
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Milhões de reais são perdidos em roubos de carga no Brasil atualmente. A Polícia Rodoviária Federal comprova o que os caminhoneiros já sabem: os assaltantes estão a cada dia mais ousados. Alguns cuidados devem ser tomados para que possamos evitar situações de risco, assim como preservar sua integridade física em momentos de dificuldades.
Antes
Durante
Depois
Fonte: Polícia Rodoviária Federal e Dr. Jorge Lordello, Especialista em Segurança Pública, para o portal Tudo Sobre Segurança.
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O excesso de carga é uma realidade que prejudica o asfalto das estradas e reduz a vida útil do caminhão. Já está provado que o abuso de peso provoca uma elevação dos gastos com combustível, pneus e manutenção do veículo, além de reduzir a velocidade do caminhão, prolongando o tempo da viagem.
Muitas empresas têm a ilusão de que transportar mais peso que o permitido significa otimizar a entrega da carga, enquanto, na verdade, estão gerando um aumento nos custos de manutenção da frota. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os gastos com pneus sobem cerca de 30%, e este número chega a 50% quando referente a combustíveis. Um veículo, projetado para uma capacidade específica de carga, pode ter sua estrutura afetada pelo excesso de peso. A longo prazo, esta não é uma prática rentável, pois aumenta os períodos de manutenção, tempos de paradas maiores, além dos itens já mencionados que sofrem um desgaste maior que o previsto pela fábrica
Mas o prejuízo não é só financeiro. O excesso de peso prejudica o desempenho dos pneus, suspensão, transmissões e freios, o que pode deixar o veículo mais suscetível a acidentes. Ele aumenta o espaço de frenagem e em trechos de declives longos há o aumento da temperatura dos freios, pela utilização contínua, reduzindo ainda mais a eficiência na frenagem. Além disso, esse calor é transferido para os pneus, ocasionando diminuição de sua vida útil e em alguns casos, podem ocorrer explosões e desprendimento da banda de rodagem. O excesso de peso também sobrecarrega os componentes da suspensão, podendo ocorrer a quebra de molas, trincas no chassi, etc. Em aclives acentuados o sistema de transmissões é muito solicitado, principalmente a embreagem e o eixo cardã.
Além dos danos à vida, que podem ocorrer em quaisquer acidentes, o frotista não receberá os benefícios da seguradora em situações como esta. Tanto a garantia das peças, quanto a cobertura do veículo e da carga pela seguradora, deixam de valer quando comprovado o excesso de carga.
Legislação Brasileira
Muito se fala sobre a conservação das estradas do Brasil. Parte desta má qualidade ocorre justamente porque existe um número muito grande de caminhões que ainda circulam com sobrepeso. Por isso o Código de Trânsito Brasileiro possui uma lei específica para casos assim: a Lei da Balança.
Desde 1998, a legislação determina os seguintes limites de peso para caminhões transportadores de carga, em circulação em rodovias brasileiras:
*O peso bruto total não pode ultrapassar a soma dos pesos por eixo ou 45 ton, prevalece o que for menor.
Aquele que circular com excesso de carga no caminhão, e for flagrado na pesagem nas estradas, deverá pagar multa de R$85,13, com acréscimo por excesso calculado a cada fração de 200kg, conforme a escala:
Divide-se o valor excedido por duzentos, toma-se a parte inteira do resultado e multiplica-se pelo valor da alínea correspondente. Por exemplo: imagine que o valor excedido seja meia tonelada (500kg), infração que se enquadra no primeiro nível da tabela. Assim, 500kg dividido por 200 = 2,5; logo 2 x R$5,32 = R$10,64. Portanto, o valor total da multa será R$95,77, que corresponde ao valor base (R$85,13) mais o acréscimo por excesso (R$10,64).
Legislação no Mercosul
O Mercosul também possui uma legislação específica para o transporte de cargas. Em 1992, limites de pesos e dimensões foram padronizados por meio de um acordo internacional. O Brasil ainda não internalizou estes padrões.
*Nenhuma composição pode ter mais de 45 ton de peso bruto. Tolerâncias de 500kg por eixo e 1.000 kg no peso bruto de veículos combinados.
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