Fim de ano é sempre uma boa época para repensar a vida e atitudes. Que tal aproveitar os festejos para inserir um pouco mais de “verde” no seu dia-a-dia e no de seus amigos e familiares com presentes ecológicos? Confira algumas dicas
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Que tal uma armação de bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira? Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata. Isso porque o plástico não enferruja, amortece naturalmente e sua fabricação transforma resíduos sólidos em um novo produto.
A invenção é do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil. Ele estuda a fabricação desse modelo há doze anos, investindo dinheiro próprio. Há um ano e meio o molde final ficou pronto.
Para fabricá-las, Muzzi conta com o trabalho de algumas ONGs que recolhem sucata e vendem para uma empresa que granula o material. No processo de produção, o plástico granulado entra em uma máquina e é injetado no molde de aço. “Cada quadro da bicicleta demora dois minutos e meio para ser fabricado e, se for feito só de PET, usa 200 garrafas”, explica Muzzi. Os interessados nessa novidade também pode levar o material reciclável.
A maioria das encomendas são apenas dos quadros, que custa cerca de R$ 250. Mas também é possível comprar a bicicleta completa, que pode chegar a R$ 3 mil. Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai já demostraram interesse em encomendar as magrelas de plástico reciclado. Um modelo infantil começa a ser produzido no ano que vem. E mais: “em maio começamos a fazer um modelo de cadeira de rodas. Mas nesse caso vamos doá-las. A pessoa só terá de trazer o material plástico”, conta Muzzi.
Fonte: Blog da Redação, por Marina Franco – Planeta Sustentável.
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Pesquisa encomendada pela Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, desenvolvida com base em 2010, aponta que, no período, foram reciclados no Brasil 19,4% dos plásticos pós-consumo, ou seja, 953 mil toneladas. Mostra também que a região Sudeste foi a que mais reciclou esse tipo de material em 2010 (60%), seguida, pela ordem, das regiões Sul (26%), Nordeste (11%), Centro-Oeste (2%) e Norte (1%).
A pesquisa também apontou quais os segmentos que mais consumiram plásticos reciclados no ano passado. Os bens de consumo foram os maiores demandantes do produto: os semiduráveis (utilidades domésticas, segmento têxtil, brinquedos, descartáveis, limpeza doméstica, calçados e acessórios), demandaram 49,5% dos plásticos reciclados em 2010. Os bens de consumo duráveis (automobilístico, eletroeletrônico, móveis, entre outros), consumiram 19,6%. A construção civil absorveu 15,1% do total, a área Industrial 2,6%, a Agropecuária 1,2% e outras aplicações 12%.
O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, acredita que a educação, a disseminação dos conceitos de consumo responsável, a reutilização dos produtos e destinação adequada dos resíduos, entre eles os plásticos, é o canal mais eficaz para que toda a sociedade – população, indústria, poder público – compreenda seu papel em prol da sustentabilidade. “É por meio da educação que vamos conseguir aproveitar melhor os recursos, gerar economia e garantir a preservação ambiental”, afirma o executivo.
Em 2010, o Brasil ficou na nona posição mundial na reciclagem dos plásticos, atrás da Alemanha (34%), Suécia (33,2%), Bélgica (29,2%), Noruega (25,7%), Suíça (24%), Itália (23%), Eslovênia (21,4%) e Dinamarca (21%). A média da União Européia no ano foi de 21%.
Fonte: Portal Fator Brasil, 11 de outubro de 2011
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A 2ª Literata trará grandes autores para debater a obra e vida de Fernando Sabino, o homenageado do evento. E claro, o Sempre Um Papo não poderia ficar fora desta grande festa. No dia 26 de novembro, último dia da Literata, você poderá conhecer de perto o mestre da narrativa brasileira, Luiz Fernando Verrísimo, convidado da Iveco e do Sempre Um Papo para debate e lançamento nacional do livro “Em Algum Lugar do Paraíso”.
Na obra, o autor narra situações inusitadas e questionamentos atemporais que permeiam a experiência humana. São 41 crônicas, selecionadas entre 350, todas inéditas em livro e escritas ao longo dos últimos cinco anos. O encontro, que encerra a programação do projeto em Sete Lagoas em 2011, terá mediação do idealizador do Sempre Um Papo, Afonso Borges.
Verissimo fala sobre a vida, a morte, o tempo, o amor, sempre com um ar nostálgico e repleto de reflexões acerca das escolhas feitas ao longo da existência. Um livro repleto de personagens idiossincráticos e ao mesmo tempo comuns – o papai-noel de shopping, o maitre de um restaurante falido, o aposentado, a caçadora de viúvos, casais de longa data, recém-casados, casais que se separam e o solteiro sedutor.
E para fechar a 2ª Literata em grande estilo, a banda Jazz 6, a qual Veríssimo faz parte, fará um show para lançar o novo cd “Nas Nuvens”, logo após o Sempre Um Papo. Não perca este grande encontro!
Serviço:
Sempre Um Papo com Luiz Fernando Veríssimo
Data: 26 de novembro
Horário: 20h
Show com Jazz 6
Data: 26 de novembro
Horário: 23 h
Local: Casarão – Tenda Plenárias – Praça Tiradentes, 257, Centro.
Entrada gratuita sujeita a lotação.
Confira mais informações sobre a Literata no site www.literata.net
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Seduzidos pelas tecnologias dos novos modelos de celular, trocamos de aparelho com uma rapidez incrível, sem nos dar conta dos impactos que sua fabricação e descarte causam para o meio ambiente e, também, para nossa saúde.
No Brasil, apenas em 2011, mais de 210 milhões de aparelhos celulares foram ativados. O número é maior do que a população inteira do país, que atualmente está em torno de 190 milhões, o que comprova que tem muito brasileiro por aí usando mais de um celular e/ou trocando de modelo mais de uma vez por ano. Será que esse consumo exagerado é mesmo necessário?
Claro que não! O aparelho celular é um importante instrumento de comunicação, mas não há necessidade alguma de trocar um aparelho que está em perfeito funcionamento por outro modelo mais novo, só porque, entre outros motivos, sua câmera fotográfica tem uma resolução maior.
A fabricação desses produtos consome uma porção de recursos naturais – como água, petróleo, cobre e zinco – que, se consumidos em excesso e de forma desnecessária pelo homem, acabarão e farão muita falta aos seres vivos. Além disso, o descarte dos celulares também causa impactos para o meio ambiente e para a nossa saúde: contaminam o solo e a água
Pense muito bem antes de trocar o seu celular e, se a compra for realmente inevitável, não deixe de descartar seu celular antigo de forma correta: leve-o a um posto de coleta especializado em sua reciclagem.
Quer saber mais a respeito do assunto? Confira a animação do Akatu Mirim, que pretende alertar todos nós a respeito da importância do consumo consciente de celulares.
Fonte: Débora Spitzcovsky, Planeta Sustentável, blog Meu Planetinha.
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Durante os dias 23 a 26 de novembro, a segunda edição da Literata – Festa Literária de Sete Lagoas – irá homenagear o consagrado escritor mineiro Fernando Sabino.
Natural de Belo Horizonte, Fernando Sabino nasceu em 12 de outubro de 1923 e começou a se interessar pela literatura bem cedo. O primeiro livro de contos, “Os grilos não cantam mais”, foi publicado quando ele tinha apenas 18 anos.
Em 1938, ajudou a fundar um jornalzinho chamado “A Inúbia” e passou a participar de vários concursos de crônicas, conquistando inúmeros prêmios. No início da década de 1940, começou a cursar direito e ingressou no jornalismo como redator da Folha de Minas. Em 1944, depois de concluir a faculdade, Fernando Sabino mudou-se para o Rio de Janeiro e, em seguida, foi para os Estados Unidos, onde ficou dois anos e se casou com a primeira esposa, Helena Sabino.
Visitou vários países da América, da Europa e do Extremo Oriente. As viagens lhe renderam crônicas e reportagens para revistas e jornais, como o Jornal do Brasil, escrevendo mensalmente também para a revista Senhor. Também trabalhou com cinema, dirigindo vários documentários.
Em 1967, fundou, em conjunto com Rubem Braga, a Editora Sabiá, onde publicou livros de Vinicius de Moraes, Paulo Mendes Campos, Otto Lara Resende, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Clarice Lispector, entre outros.
Reconhecido por vários prêmios importantes da literatura, Sabino faleceu em sua casa em Ipanema (zona sul do Rio de Janeiro), às vésperas de completar 81 anos. A pedido do escritor, seu epitáfio é o seguinte: “Aqui ‘jazz’ Fernando Sabino, que nasceu homem e morreu menino!”.
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No dia 31 de outubro, a ONU – Organização das Nações Unidas – anunciou que a população mundial chegou ao número de 7 bilhões de pessoas. Esse número serve para vários alertas.
O mundo de forma geral e o Brasil em particular tem uma série de desafios para reduzir a desigualdade e aumentar o acesso à educação e à saúde, além de garantir um crescimento sustentável. As condições de vida da população melhoraram, mas ainda há grandes disparidades entre regiões e países, além de discriminação étnica e de sexo.
É o que aponta o relatório Pessoas e Possibilidades em um Mundo de 7 bilhões, divulgado pelo Fundo da População das Nações Unidas (UNFPA), simultaneamente em cem países. Segundo o relatório, a população mundial está aumentando em velocidade acelerada, mas, mantendo-se a atual tendência, deve reduzir o ritmo de crescimento. Há 2 mil anos, havia 300 milhões de pessoas no planeta, número que deve saltar para 10 bilhões em 2083.
Um dos principais desafios apontados pelo relatório é a redução das desigualdades dos países, assim como a necessidade de se manter o crescimento e desenvolvimento sem acabar com os recursos naturais. Segundo a UNFPA, os 20% mais ricos da população mundial detêm 77% da renda, enquanto os 20% mais pobres reduziram sua participação de 2,3% para 1,5% no mesmo período.
Segundo a UNFPA, as 500 mil pessoas mais ricas do mundo, que representam 7% da população, são responsáveis por 50% das emissões de dióxido de carbono, enquanto a metade mais pobre da população é responsável por outros 7% de emissões.
“O número de pessoas não ameaça tanto a sustentabilidade quanto o estilo de vida. O mundo não precisa de uma política para a população. Precisa de política de desenvolvimento. É um direito das pessoas e dos países se desenvolverem, mas o (atual) padrão de consumo não é sustentável”, ressaltou o representante da UNFPA no Brasil, Harold Robinson.
Fonte: www.estadao.com.br, por Marcelo Portela.
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