Utilizar as águas residuais, provenientes das zonas residenciais das cidades, para produzir papel e, de quebra, baratear o preço do processo de tratamento de esgoto – que sai do bolso dos consumidores. Essa é a proposta do médico israelense Rafi Aharom, de Tzur Yigal.
Segundo ele, 99,9% do esgoto doméstico que chega às unidades de tratamento é liquído, mas 0,1% é composto por materiais sólidos, riquíssimos em celulose – proveniente de alimentos e, até mesmo, papel higiênico –, que podem ser reaproveitados para produzir papel.
Para colocar o processo em prática, é preciso recolher esse material sólido – que, normalmente, já é filtrado nas unidades de tratamento de esgoto, mas não reciclado –, secar e purificá-lo e, em seguida, vendê-lo para as empresas produtoras de papel. De acordo com Aharom, a nova matéria-prima baratearia o preço do produto e, também, do processo de tratamento de esgoto – uma vez que as companhias não teriam que dar um fim ao material sólido presente nas águas residuais. Ou seja, o consumidor só tem a ganhar.
O processo já foi implantado e está sendo testado no sul de Israel, onde, de acordo com Aharom, o esgoto doméstico possui grande quantidade de celulose. Já pensou se o método chega ao Brasil?
Fonte: www.super.abril.com.br/blogs/planeta, por Débora Spitzcovsky.
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As ações da Iveco em prol do desenvolvimento social contam também com outra linha de atuação. A montadora é patrocinadora máster do Projeto Sei (Serviço de Escola Integrada), ligado ao Fundo da Infância e Adolescência (FIA), que oferece oficinas de arte e cultura, música, esporte, idiomas e informática para 300 jovens de Sete Lagoas (MG), com idade entre 6 e 16 anos.
O projeto é voltado para a inclusão social de crianças e adolescentes moradores de regiões de vulnerabilidade social de Sete Lagoas, e oferece atividades que fortalecem o relacionamento do aluno com a família e a sociedade. Segundo Júnea Sá Fortes, coordenadora do programa Próximo Passo da Iveco, o projeto Sei é destinado ao ensino integrado e proporciona acesso a atividades extracurriculares e reforço escolar. “Queremos oferecer a oportunidade de formação intelectual e profissional aos participantes”, explica Júnea.
Antes de escolher os locais das aulas, foi feito um mapeamento na cidade e se levou em consideração, dentre outras coisas, a infraestrutura dos locais disponibilizados pela prefeitura.
Semana que vem você conhecerá sobre o apoio da Iveco a um patrimônio histórico de Sete Lagoas.
Fonte: Revista Mundo Fiat, por Lilian Lobato.
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Segundo pesquisa publicada pela revista New Scientist, alguns elementos minerais presentes no dia-a-dia podem sumir em alguns anos.
A pesquisa aponta que a popularização de produtos eletrônicos pode ser a principal causa para alarde, já que boa parte dos minerais em risco é utilizada na fabricação de dispositivos tecnológicos. Outros elementos estão sendo estudados para substituir os que se esgotarão, mas vale pensar duas vezes antes de descartar aparelhos em troca de um mais moderno.
Conheça alguns minerais que correm risco de extinção e como isso afetará a sua rotina.
PLATINA
Extinção em 2049
Por não reagir diante de outros elementos, é empregada em materiais cirúrgicos. Está presente na liga metálica usada nos piercings.
PRATA
Extinção em 2016
Foi usada na fabricação de espelhos e talheres, mas sua boa condutibilidade elétrica tornou seu uso comum em placas eletrônicas, como as que fazem a televisão funcionar.
COBRE
Extinção em 2027
Maleável e resistente, pode ser moldado de diversas formas e é usado em fios e cabos , assim como em dutos de ar-condicionado.
LÍTIO
Extinção em 2053
Um dos metais mais leves da natureza, tem grande capacidade de estocar energia em pouco espaço. É bastante usado em baterias de celulares, laptops e videogames.
ÍNDIO
Extinção em 2020
Excelente condutor de eletricidade e, ao mesmo tempo, transparente, é usado em telas de touchscreen de smartphones e tablets.
NÍQUEL
Extinção em 2064
Bom condutor de eletricidade e resistente ao calor, também retarda a corrosão. É usado em ligas metálicas de revestimento, de eletrônicos, como os celulares.
ESTANHO
Extinção em 2024
Evita reações químicas de corrosão e por isso é empregado no revestimento de ligas metálicas, como as usadas nas latinhas de refrigerante.
CHUMBO
Extinção em 2015
É usado em baterias de carros e caminhões, mas também está presente em soldas e rolamentos, como o do skate.
OURO
Extinção em 2043
Além de ser um metal precioso e dar vida a joias lindas, é um excelente condutor de eletricidade e por isso está presente em microships de computadores.
ZINCO
Extinção em 2041
Como não reage em contato com ar e água, é usado para cobrir ligas metálicas, impedindo que a ferrugem destrua objetos como as moedas.
Fonte: Planeta Sustentável, por Kátia Abreu.
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Relatório divulgado na COP17, em Durban, avalia os países que mais liberam gases poluentes na atmosfera para a produção de energia.
O Brasil ficou em sexto lugar no ranking dos mais emissores do setor, por liberar, entre 2009 e 2010, cerca de 1.144 megatoneladas de CO2e – medida que leva em conta não só a liberação de dióxido de carbono na atmosfera, mas também a emissão de outros gases, como metano e dióxido nitroso – para produção energética.
De acordo com o relatório, ao lado das outras nove nações que aparecem nas primeiras posições do ranking, o Brasil é atualmente responsável por dois terços das emissões globais de gases causadores do efeito estufa do setor de energia.
A primeira posição da lista dos mais emissores do planeta ficou com a China, que nos últimos dois anos liberou 9.441 megatoneladas de CO2e na atmosfera, superando os EUA, que ocupam o segundo lugar do ranking, com 6.539 megatoneladas de CO2e, sendo o país desenvolvido que mais polui no setor energético.
Em seguida aparecem:
- Índia, com 2.272,45 megatoneladas de CO2e;
- Rússia, com 1.963 megatoneladas de CO2e e
- Japão, com 1.203 megatoneladas de CO2e.
Atrás do Brasil ficaram Alemanha, Canadá, México e Irã, respectivamente. Ao todo, o relatório analisou os índices de emissões de gases poluentes, no setor energético, de 176 países do mundo. Os outros 166 avaliados são responsáveis, apenas, por um terço da poluição gerada pela produção de energia.
Fonte: Planeta Sustentável por Débora Spitzcovsky
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Durante o período das festas de fim de ano a produção de lixo aumenta cerca de 30%. Vidro, latas, árvores de Natal, cartões, embrulhos de papel e de plástico são descartados em todo o país. Este ano, faça um esforço especial para tentar minimizar a quantidade de resíduos produzidos durante as festas.
Confira ideias para ajudar você a reduzir, reutilizar e reciclar o seu lixo no Natal e no Ano Novo.
Reduzir
Reutilizar
Reciclar
Fonte: Ciclo Vivo
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Fim de ano é sempre uma boa época para repensar a vida e atitudes. Que tal aproveitar os festejos para inserir um pouco mais de “verde” no seu dia-a-dia e no de seus amigos e familiares com presentes ecológicos? Confira algumas dicas
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Que tal uma armação de bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira? Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata. Isso porque o plástico não enferruja, amortece naturalmente e sua fabricação transforma resíduos sólidos em um novo produto.
A invenção é do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil. Ele estuda a fabricação desse modelo há doze anos, investindo dinheiro próprio. Há um ano e meio o molde final ficou pronto.
Para fabricá-las, Muzzi conta com o trabalho de algumas ONGs que recolhem sucata e vendem para uma empresa que granula o material. No processo de produção, o plástico granulado entra em uma máquina e é injetado no molde de aço. “Cada quadro da bicicleta demora dois minutos e meio para ser fabricado e, se for feito só de PET, usa 200 garrafas”, explica Muzzi. Os interessados nessa novidade também pode levar o material reciclável.
A maioria das encomendas são apenas dos quadros, que custa cerca de R$ 250. Mas também é possível comprar a bicicleta completa, que pode chegar a R$ 3 mil. Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai já demostraram interesse em encomendar as magrelas de plástico reciclado. Um modelo infantil começa a ser produzido no ano que vem. E mais: “em maio começamos a fazer um modelo de cadeira de rodas. Mas nesse caso vamos doá-las. A pessoa só terá de trazer o material plástico”, conta Muzzi.
Fonte: Blog da Redação, por Marina Franco – Planeta Sustentável.
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@Iveco http://t.co/RZ3PLdSb Confira esse vídeo com os melhores momentos do rali Dakar, relembre essa aventura! #
13 hours atrs@Iveco #estradeiros fiquem atentos às restrições! Hoje, quarta feira de cinzas, caminhões não podem circular até meio dia! #
20 hours atrs@Iveco Atenção #estradeiros. Nesta quarta feira de cinzas, 22 de fevereiro, caminhões não podem trafegar de 6h às 12h. Fique ligado! #
2012/02/21