Com o primeiro, segundo e sexto lugares no ranking geral da categoria caminhões, a Iveco dominou o Dakar 2012, edição 33, considerado o rali mais importante do mundo, que contou com a participação da maior parte dos fabricantes de veículos europeus e asiáticos.
A equipe Petronas De Rooy Iveco venceu o rali com o piloto holandês Gerard De Rooy, dirigindo um Powerstar Iveco, um veículo produzido e vendido pela Iveco na Austrália. O caminhão foi equipado com um motor FPT Cursor 13, com mais de 900 cavalos de potência, e peças Magneti Marelli. Logo depois os outros pilotos da equipe, Stacey e Biasion levaram dois Iveco Trakker Evolution 2, também equipados com o mesmo motor. Os três veículos vencedores são veículos padrão adaptados às condições extremas do rali.
“A participação da Iveco no Dakar 2012 confirma mais uma vez a excelente confiabilidade dos caminhões Iveco e dos motores FPT. Vencer o rali e classificar 3 caminhões nas primeiras 6 posições é um sucesso extraordinário, que mostra a eficiência, força e segurança do Trakker Iveco e Powerstar, já considerados pelos clientes como soluções ideais para uso diário e para os desafios mais difíceis. Meus agradecimentos especiais aos pilotos e todos os outros membros da equipe pelo empenho e dedicação “, comentou o CEO da Iveco, Alfredo Altavilla.
Para a Iveco, o Dakar 2012 foi uma grande oportunidade para confirmar a confiabilidade de seus produtos em terrenos extremamente difíceis. Cada veículo foi levado a condições extremas cruzando três países da América do Sul. A corrida, que começou em 01 de janeiro de 2012 em Mar del Plata, Argentina, cruzou o Chile e o Peru, cobrindo 14 etapas, num total de 8.500 quilômetros, cerca de 4.200 dos quais contra o relógio.
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Após a superação de problemas durante a etapa de ontem, equipe Iveco se recupera e termina em segundo, terceiro e quarto lugares.
Disputada entre as cidades de Aripa, no Chile e Arequipa, no Peru, a 11ª etapa da mais importante competição off road do mundo contou com um percurso de 120 quilômetros e uma etapa especial de 432 quilômetros para os pilotos.
A equipe Iveco – De Rooy acostumada a andar na frente, desta vez não teve grandes momentos para comemorar. A escuderia encerrou o dia na segunda colocação, atrás do piloto russo Andrey Karginov, que pilota um Kamaz.
Karginov conseguiu sua primeira vitória em uma etapa do rali Dakar 2012, com vantagem de 3’03” em relação à Hans Stacey, da Iveco, que preferiu tirar o pé do acelerador após ter a parte dianteira de seu caminhão danificada. “Apesar de querer atacar ao máximo nesta etapa, precisei ajustar a suspensão, após 50 quilômetros de estrada quando fiquei parado no rio. Depois do susto tive de diminuir o ritmo para conseguir concluir o percurso, de qualquer forma estou feliz por ter conseguido finalizar esta etapa, mas é bom lembrar que ainda temos muito caminho até Lima”, desabafou Stacey .
O piloto italiano Miki Biasion que compete com outro caminhão da equipe Iveco chegou atrás de Karginov, na terceira posição, com o tempo de 5’02”.
Líder do rali Dakar 2012 na classificação geral, o holandês Gerard De Rooy terminou a décima primeira etapa na quarta colocação com 6’32” de atraso em relação à Miki Biasion.Ainda assim a vantagem do piloto holandês na classificação geral é de 55’58 em relação ao segundo colocado, seu compatriota Hans Stacey, e de 1h20’29” sobre Artur Ardavichus, da equipe Kamaz.
A décima segunda etapa disputada nesta sexta feira, 13, terá como pano de fundo as cidades de Arequipa e Nasca, ambas no Peru. Os pilotos terão de enfrentar dunas densas e percorrer um total de 686 quilômetros, onde 440 deles serão de deslocamentos e 246 de trecho cronometrado.
Resultado da 11ª etapa
1) Karginov/Devyatkin/Mokeev (Kamaz): 03h52min50s
2) Stacey/Van Goor/Der Kinderen (Iveco): +03min03s
3) Biasion/Huisman/Albiero (Iveco): +05min02s
4) De Rooy/Rodewald/Colsoul (Iveco): +06min32s
5) Kolomy/Kilián/Kilian (Tatra): +13min31s
6) Mardeev/Mizyukaev/Sotnikov (Kamaz): +19min34s
Classificação Geral de Caminhões
1) De Rooy/Rodewald/Colsoul (Iveco): 13h51min55s
2) Stacey/Van Goor/Der Kinderen (Iveco): +55min58s
3) Ardavichus/Kuzmich/Turlubaev (Kamaz): +01h20min29s
4) Karginov/Devyatkin/Mokeev (Kamaz): +02h30min42s
5) Mardeev/Mizyukaev/Sotnikov (Kamaz): +03h59min48s
6) Adua/Alcayna/Torres (Iveco): +05h12min36s
Rali Dakar: Conhecido no início como Paris Dakar e disputado de 1979 a 2007, entre Europa e África, a maior e mais dura prova do automobilismo mundial ocorre sempre no começo de cada ano, com largada no primeiro dia de janeiro e chegada no décimo quinto dia do ano. Desde o ano de 2009 é disputado entre países da América do Sul, devido questões de segurança no antigo trajeto. Neste ano 76 caminhões das mais renomadas marcas foram inscritos na competição. A equipe Iveco, que lidera o rali desde o início, conta com cinco caminhões na competição e mais cinco veículos no apoio.
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O que prometia ser mais uma vitória contundente da equipe Iveco – De Rooy, com quatro caminhões da marca à frente de todos os demais competidores da categoria, na décima etapa do Rali Dakar, acabou com um sabor amargo: a escolha errônea do caminho, depois do posto de controle número 6, levou os caminhões Iveco a caírem para a terceira, quarta, quinta e sexta colocações.
Depois de passar por cinco postos de controle, o Iveco PowerStar (Strator-Torpedo) e os três Iveco Trakker Evolution II encabeçavam a classificação da décima etapa, Iquique-Arica, com larga vantagem para os demais.
Mas o rali Dakar é uma competição cheia de surpresas, uma aventura que, como as areias do deserto, pode mudar a todo instante. Assim, esta quadra que experimentava a equipe Iveco-De Rooy se dissolveu quando Gerard De Rooy, o líder da corrida e no topo também na tomada especial, errou o trajeto levando junto seus companheiros.
“Outra vez vínhamos tendo um grande dia, dirigindo bem, até que cometemos o erro, nos equivocamos com a rota. Andamos cerca de 4 quilômetros em direção ao norte desviando-nos consideravelmente. Assim é a vida“, lamentou o piloto holandês que terminou em terceiro na etapa, mas assim mesmo se consolida – cada vez mais – no topo da classificação geral desta edição 2012 da corrida off-road mais difícil do mundo.
Na etapa de ontem, sem dúvida, o mais prejudicado pelo erro de navegação foi de Hans “Racey” Stacey. O campeão do Dakar em 2007 estava na liderança nos primeiros postos de controle. De fato, no quarto, sua vantagem era de apenas um segundo em relação ao seu primo. O resultado final, sexto na etapa, contradiz o grande trabalho que estava concretizando.
O tempo perdido assim mesmo, fez com que se visse ameaçada sua segunda posição na classificação geral considerando que até agora só possui uma vantagem inferior a cinco minutos com relação ao piloto Artur Ardavichus, o vencedor do dia.
Tanto o italiano Miki Biasion quanto o espanhol Pep Vila acompanhavam os holandeses, em terceiro e quarto colocados, respectivamente, e depois da confusão também superaram o tempo de Stacey.
O bicampeão mundial de Rali, com o quarto lugar de ontem, conseguiu subir para a décima primeira posição na classificação geral e ficou a pouco mais de 32 minutos do nono caminhão classificado.
A décima primeira etapa, acontecendo agora, será a primeira na história que o Dakar passará pelo Peru. A tomada especial de velocidade será entre Arica e Arequipa, e terá 432 quilômetros divididos em duas seções. É a reta final desta edição que está se mostrando histórica para Iveco Fiat Power Train. Por isso, como disse De Rooy: “Agora vou tratar de manter minha vantagem e seguir assim até Lima“.
Rali Dakar: Conhecido no início como Paris Dakar e disputado de 1979 a 2007, entre Europa e África, a maior e mais dura prova do automobilismo mundial ocorre sempre no começo de cada ano, com largada no primeiro dia de janeiro e chegada no décimo quinto dia do ano. Desde o ano de 2009 é disputado entre países da América do Sul, devido questões de segurança no antigo trajeto. Neste ano 76 caminhões das mais renomadas marcas foram inscritos na competição. A equipe Iveco, que lidera o rali desde o início, conta com cinco caminhões na competição e mais cinco veículos no apoio.
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Na etapa de ontem, a nona do rali Dakar, de Antofagasta a Iquique, ambas cidades no Norte do Chile, separadas por um trecho de 577 quilômetros no temível deserto de Atacama, corrida contra o relógio (ou seja, em alta velocidade), a equipe Iveco obteve uma vitória antológica, com os caminhões da marca conquistando as três primeiras colocações.
O italiano bicampeão mundial de rali Miki Biasion conseguiu na etapa de ontem sua segunda vitória no Dakar 2012 demonstrando que não fosse o problema da embreagem, no sábado passado, ele poderia estar certamente mais à frente na tabela. A equipe Iveco-Le Rooy, entretanto, continua na ponta na classificação geral (primeiro e segundo) e esta cada vez mais perto da grande objetivo: sagrar-se campeã.
Considerada a etapa a mais difícil do Rali Dakar, que exige o máximo de habilidade dos pilotos e da resistência dos caminhões, a etapa de ontem terminou com um grave acidente: até então o vice-líder da competição, o piloto Ales Loprais, que conduzia um caminhão da marca Tatra, capotou e está fora da prova.
O extraordinário resultado de ontem, com os caminhões Iveco nas três primeiras posições, confirma que tanto o Iveco Trakker Evolução II como Iveco PowerStar (Strator-Torpedo) alcançaram um alto nível de competitividade, confiabilidade mecânica e velocidade. Sem contar a habilidade e a experiência dos pilotos como o holandês Gerard De Rooy e Hans Stacey, além de Miki Biasion. Os três roubaram as atenções da corrida após nove etapas e 5.775 km percorridos desde a saída em Mar del Plata, em 1 de Janeiro. O espanhol Pep Vila (também pilotando um Iveco) que, embora acompanhe o ritmo, não tem mais condições de concorrer com os três primeiros lugares em uma etapa, está em quinto na tabela geral.
Sobre a etapa de ontem e o estado atual de corrida, Gerard De Rooy disse: “Na primeira parte fizemos uma boa corrida com Ales Loprais. Ele cometeu um erro de navegação e eu pude ultrapassá-lo. Depois soube que ele sofreu um acidente. Na segunda parte, de trecho especial foi muito boa e poderíamos ter uma batalha bonita. A verdade é que eu fiquei um pouco chateado, sem Loprais. É uma pena, desde o primeiro dia lutamos lado a lado, mas assim são as coisas no Dakar”.
A décima etapa acontece hoje, de Iquique a Arica, será a última em território chileno. Por suas características os organizadores anunciaram que os participantes poderão andar por dunas por centenas de quilômetros e a fase final exigirá muito mais resistência dos caminhões. Serão 377 km cronometrados e 317 km estrada.
Classificação da 9ª etapa:
1 BIASION (ITA), IVECO 5:29:02
2 STACEY (NLD), IVECO a 00:20
3 DE ROOY (NLD), IVECO a 00:54
4 ARDAVICHUS (KAZ), KAMAZ a 08:54
5 VILA (ESP), IVECO a 20:19
6 DE AZEVEDO (BRA), a TATRA a 22:02
Classificação Geral após 9ª etapa:
1 DE ROOY (NLD), IVECO 24:43:59
2 STACEY (NLD), IVECO a 47:32
3 ARDAVICHUS, KAMAZ a 1:06:40
4 VILA (ESP), IVECO a 2:25:30
5 KARGINOV, KAMAZ a 2:37:19
6 MARDEEV (RUS), KAMAZ a 3:23:41
7 ADUA (FRA), IVECO a 3:39:16
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Avarias causadas por obstáculos naturais reduziram a larga vantagem dos caminhões Iveco na prova. Mas o holandês Gerard De Rooy se recuperou nas temíveis dunas e fechou a sétima etapa, mais uma vez, em primeiro lugar da competição.
A sétima etapa do Rali Dakar aconteceu no sábado, dia 7 de janeiro (ontem, domingo, foi dia de descanso para todos os participantes), e foi inteiramente dentro da província de Copiapó, no Deserto de Atacama. Esta etapa, de alta complexidade e perigosas armadilhas naturais, colocou a prova os caminhões Iveco. A equipe Iveco-De Rooy viveu um dia com sentimentos distintos. Alegria pela quarta vitória de Gerard De Rooy nesta etapa e tristeza ante os problemas que levaram o companheiro de equipe Miki Biasion a passar a noite no deserto e a perder importantes posições.
Desta vez, a jornada foi dividida em duas etapas: uma inicial, de 143 quilômetros, com pistas em meio a colinas e cactos e a segunda de 276 km, subindo montanhas de areia onde os participantes chegaram a superar os 1.600 metros de altura.
Salvo o espanhol Pep Vila (Iveco Trakker Evolution II) e o francês Joseph Adua (Iveco Trakker Evolution os outros três integrantes da escuderia que representa oficialmente a Iveco e a Fiat Power Train, não ficaram imunes de sofrer com percalços naturais desta etapa.
O holandês Gerard De Rooy (Iveco PowerStar Strator-Torpedo) perdeu entre 10 e 12 minutos – na metade da etapa – quando foi obrigado a trocar o pneu dianteiro esquerdo avariado em função do atrito com pedras pontiagudas.
O mesmo aconteceu com o piloto italiano Miki Biasion (Iveco Trakker Evolution II).
Ambos lideravam a classificação caíram para abaixo do nono lugar. O campeão do rali em 2007, Hans Stacey (Iveco Trakker Evolution II) foi quem passou a comandar as ações. Mas depois de estourar um pneu, e mesmo com a rapidez na troca, Stacey acabou cedendo algumas posições.
“Viemos bem na primeira parte, mas depois tivemos problemas com avarias provocadas por pedras e isso nos fez ficar empacados entre as dunas. Apesar da perda de tempo finalmente dirigi atrás de outro caminhão, porém acabamos nos perdendo e isso me custou outros 10 minutos”, falou Stacey, que anda no pelotão da frente na categoria “Caminhões”.
Apesar dos contratempos, foi nas dunas onde Gerard De Rooy protagonizou uma escalada monumental que lhe valeu uma nova vitória da etapa. “Pelas características mais robustas de nossos caminhões obtivemos grande vantagem nas dunas em relação aos demais concorrentes!”, dizia o vencedor. “Vimos muitos veículos atolados, mas nós conseguimos atravessar o terreno sem problemas. Todo mundo dizia que teríamos uma desvantagem por conta da frente do caminhão nas dunas, mas não tivemos nenhuma dificuldade quanto a isso. Ficou nítido que foi mais duro para os outros competidores. Estou muito satisfeito, mesmo chegando com outro pneu furado”, confessou o líder da corrida na chegada.
Se as montanhas de areia foram o terreno de recuperação para De Rooy, para seu parceiro de equipe, Biasion, significaram um pesadelo. Ali o italiano viveu sua fase mais critica, inclusive tendo de passar a noite no deserto. O bi-campeão mundial do Rali tinha até as18 horas do domingo para chegar ao acampamento e não ser desclassificado. Com determinação e garra, Biasion chegou a tempo para continuar na prova.
Hoje a corrida continua em direção ao Norte unindo Copiapó a Antofagasta. Serão 477 km de especial e 245 Km de estrada. A oitava etapa será uma das mais longas da corrida com boa parte do terreno em locais perigosos.
Classificação na 7ª etapa
1º DE ROOY (NLD) IVECO 4:20:32
2º LOPRAIS (CZE) TATRA a 03:59
3º KARGINOV (RUS) KAMAZ a 16:32
Classificação Geral após a 7ª etapa
1º DE ROOY (NLD) IVECO 18:05:15
2º LOPRAIS (CZE) TATRA a 17:10
3º STACEY (NLD) IVECO a 33:14
Rali Dakar: Conhecido no início como Paris Dakar e disputado de 1979 a 2007, entre Europa e África, a maior e mais dura prova do automobilismo mundial ocorre sempre no começo de cada ano, com largada no primeiro dia de janeiro e chegada no décimo quinto dia do ano. Desde o ano de 2009 é disputado entre países da América do Sul, devido questões de segurança no antigo trajeto.
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A prova de hoje foi a última em solo argentino. A quinta etapa que ligou as localidades de Chilecito (La Rioja) a Fiambalá (Catamarca) teve 265 km de corrida, nas sempre complicadas dunas de areias brancas características da região. Um terreno que, com sua adversidade, é o mais apropriado para o estilo do piloto da equipe Iveco, o holandês Gerard De Rooy. Como no segundo e quarto dia, o Iveco PowerStar (Strator-Torpedo) cruzou a linha de chegada em primeiro – desta vez- liderando a tomada de tempos do começo ao fim.
“Foi outra grande jornada para nós, pois nossos três caminhões conseguiram ficar entre as primeiras posições novamente. As primeiras dunas estavam muito difíceis, mas nossos caminhões suportaram bem graças ao motor Cursor 13 e ao excelente sistema de suspensão desenvolvida pela Iveco“, destacou o vencedor da etapa e líder da categoria caminhões desta edição 2012 da aventura off road mais arriscada do mundo.
De qualquer maneira, De Rooy está consciente de que ainda não chegou nem sequer à metade do desafio, e que o que vem em seguida é nada menos que o Deserto de Atacama. “Temos que buscar etapa por etapa e desenhar a estratégia da equipe para evitar que os rivais como o checo Loprais ou os pilotos da equipe russa Kamaz não nos deem um susto. O normal seria que os Kamaz representassem um perigo maior pelo que vimos até agora, mas parece que até o momento o vento esta soprando a nosso favor“, destacou o piloto do caminhão 502 da Iveco.
Todos os pilotos da equipe buscam o melhor resultado para a marca; Hans Stacey e Miki Biasion – do Trakker Evolution II- brigam pela liderança, metro a metro. Na chegada a Fiambalá, Biasion cruzou em terceiro à frente de Stacey, no entanto os outros integrantes da equipe, o espanhol Pep Vila acabou em nono, e o francês Adua, décimo primeiro. Ao final do dia, a organização da competição em consequência das condições climáticas (intensas nevadas, chuva e ventos fortes) obrigou as autoridades chilenas a encerrarem a etapa de fronteira (San Francisco está localizado a 4.700 metros acima do nível do mar).
A caravana do Dakar, hoje sexta feira, se dirige – por questões de segurança – até o trecho de seu próximo destino: Copiapó. Assim ficou cancelada a prova especial cronometrada prevista para o sexto dia.
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A aventura mais extrema, a competição off road mais exigente do mundo, o Rali Dakar, tem a equipe Iveco como líder exclusiva. No quarto dia de rali, que contou com a tomada especial mais longa (326 km), que se desenvolveu entre o curso de rios secos e caminhos de terra, entre rochas que alcançam até 3.400 metros de altura, a disputa deixou em evidência que tanto o Iveco PowerStar (Strator-Torpedo) como os Iveco Trakker(Evolution II) foram concebidos com a mais perfeita robustez e potência, transformando-se assim em novas referências da categoria de caminhões.
Desde o primeiro momento, quando faltavam dois minutos para as 14 horas, os representantes Iveco puxaram a etapa San Juan-Chilecito (La Rioja) com a ideia de vencer os rivais de outras marcas, também buscando ser os melhores e mais rápidos dentro da mesma equipe. Após a primeira etapa do dia ficou claro que o holandês Gerard De Rooy buscava a ponta tentando superar o problema com o radiador que deixou-o perder a liderança na corrida do dia anterior. À frente de 6 caminhões, esteve na liderança nos primeiros 137 quilômetros corridos. Seu ritmo acelerado, baseado nos mais de 900 CV de potência do motor Cursor 13 da Fiat PowerTrain, permitiu a ele aumentar a vantagem por volta do quilômetro 252. A partir deste momento, ficou explícita a supremacia da equipe Iveco De Rooy, já que o italiano Miki Biasion, como o holandês Hans Stacey, se intercalavam como escoltas do seu companheiro.
Confirmando a tendência nas duas seções intermediárias depois de 4h22’12, o primeiro a cruzar a chegada foi o Iveco PowerStar (Strator-Torpedo) de De Rooy, que não só repetiu a vitória da segunda etapa, mas também recuperou o primeiro lugar na classificação geral.
Seu primo, Hans Stacey terminou em segundo lugar só a 1’13 e o italiano Miki Biasion, em terceiro, a 1’43. Os três, na mesma ordem encabeçam a classificação geral com 2’42 e 3’06, respectivamente.
A quinta etapa, que será a última na Argentina, atravessará as dunas brancas de Fiambalá (Catamarca), que historicamente são uma verdadeira armadilha para muitos competidores. Serão 265 km de rali e 151 de estrada. Até este trecho terão sido completados 3.329 km desde a partida em Mar Del Plata.
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