Mais um produto da nova geração Ecoline chega ao mercado. O Iveco Trakker é o único caminhão pesado fora-de-estrada do mercado genuinamente nascido off-road. Ele foi apresentado ao público na 19ª Agrishow, Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação. O Trakker foi a base para o desenvolvimento do caminhão vencedor do Rali Dakar 2012, o que garante uma configuração mais potente e resistente para o Novo Trakker Ecoline.
O primeiro veículo da nova linha é o Iveco Trakker 6×4, que chega muito mais potente, com 440 e 480cv, e é mais econômico que a versão anterior. Grandes novidades para o modelo incluem transmissão automatizada, novas opções de entre eixos e a cabine leito. O novo modelo, agora de aplicação mais versátil, com baixo custo operacional e grande disponibilidade de utilização, é ideal para operações na indústria da cana, madeira e construção.
Reunindo robustez em termos de chassi (construído com aço especial) e trem de força (motor, transmissão, eixos) o novo Iveco Trakker chega ao mercado brasileiro muito mais confortável para o motorista. O novo interior tem painel mais moderno, mais ergonômico. Há uma nova versão cabine leito opcional e uma ampla lista de opcionais (como ar-condicionado) que aumentam a qualidade de vida a bordo e a facilidade de condução do modelo.
No desenvolvimento da nova geração de caminhões Ecoline da Iveco os modelos foram testados por mais de cinco milhões de quilômetros. “Os novos modelos, e o Trakker entre eles, são os melhores caminhões Iveco já produzidos no Brasil”, comenta Davi Lunardi, diretor da gama de pesados da Iveco América Latina. “A nova geração Iveco Trakker é um exemplo de resistência e durabilidade, como o modelo provou no rali Dakar 2012, por exemplo.”
A Iveco firmou parceria com a CNH na construção de seu Stand na Agrishow. Com área total de 2230 metros quadrados, conta com 8 salas de atendimento, 12 máquinas da CNH e três caminhões Iveco: Trakker, Tector e Daily Truck. Uma equipe de vendedores da Rede de Concessionárias Iveco está presente para garantir condições especiais de compra durante a feira.
A Agrishow acontece até o dia 4 de maio, das 8h as 18h, no Pólo regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro-Leste, no quilômetro 321 da Rodovia Antônio Duarte Nogueira, em Ribeirão Preto (SP)
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Para marcar a vitória de seus caminhões em um dos ralis mais difíceis do planeta, a Iveco acaba de lançar um vídeo comemorativo. O grande campeão foi o piloto holandês Gerard De Rooy, que ao volante de seu Iveco Powerstar “bicudo” (fabricado na Austrália) superou mais de 8.000 quilômetros entre Argentina, Chile e Peru com a marca de 45h20min47s. Além do Powerstar, dois outros Iveco Trakker (modelo que também é produzido no Brasil) cruzaram a linha de chegada em segundo e sexto lugares.
No vídeo produzido com o tema “A Single Stop: The Victory” (“Uma Única Parada: A Vitória”), é possível sentir toda a emoção dos integrantes da equipe Iveco, como os pilotos Gerard De Rooy, Hans Stacey e Miki Biasion, e é possível conferir a força e a resistência dos caminhões, equipados com motores Iveco-FPT Cursor 13 com 900 cavalos de potência.
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O Blog da Iveco começou 2012 na Argentina, junto com a Equipe Iveco, na primeira etapa do Rali Dakar. Passaram-se 15 dias, muita poeira e a Iveco firmou-se campeã do rali, na primeira, segunda e sexta posições.
Para registrar a vitória tripla da equipe, fizemos um mapa interativo. Através dele você poderá conhecer cada etapa do rali, as cidades de origem e destino, as dificuldades de cada trecho. Também reunimos depoimentos dos que participaram da prova, assim como curiosidades sobre o Rali Dakar. Por fim, você ainda pode conhecer a tecnologia implantada nos Iveco Trakker, que já nasceu off-road e provou estar em casa nos desertos sul-americanos.
Clique na imagem e seja um navegador da Equipe Iveco no Rali Dakar!
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No mais exigente rali do mundo, o Dakar, que terminou dia 15 em Lima, no Peru, os caminhões participam em categoria própria, pulando dunas, atravessando corredeiras e terrenos pedregosos a velocidades de até 150 km/h. E nas pistas da Fórmula Truck brasileira, um caminhão de corrida pode chegar a 240 km/h, disputando posições em curvas de alta de baixa velocidade mesmo pesando quatro toneladas e meia. Estes caminhões de competição são preparados para o desempenho esportivo. Mas derivam diretamente de caminhões normais, que no dia-a-dia transportam mercadorias pelos quatro cantos do mundo.
No Dakar, no qual a Iveco terminou em primeiro e segundo lugares na classificação final (chegou em primeiro em oito das 14 etapas da competição), a base da equipe Petronas-De Rooy-Iveco é o Iveco Trakker 4×4, um caminhão projetado para operações fora-de-estrada como mineradoras, construção pesada, plantações de cana de açúcar etc (que é produzido na Alemanha e no Brasil). O Trakker é muito forte desde seu projeto. O chassi é super-resistente e o motor, um Iveco-FPT Cursor 13, e a partir de uma base confiável pode-se criar máquinas de competição vencedoras.
O Trakker 4×4 do Dakar é 50 centímetros mais alto que o normal. A suspensão é de molas parabólicas, mas só com duas lâminas para ficar macio. Mas vem com dois amortecedores especiais por roda. Cada amortecedor de competição é quatro vezes mais forte que um comum, porque tem de aguentar o tranco na caída do caminhão e, principalmente, segurá-lo para que ele não saia pulando como uma bola depois de um salto em alta velocidade de uma duna, situação normal enfrentada por um caminhão em um rally.
Outra modificação é o motor, preparado pela FPT. Um motor Cursor 13 normal tem calibrações de potência ao redor de 500cv. Já o Iveco Trakker do rally ele vem com 900cv. E tem o dobro do torque de um caminhão de série: 4.000 Nm, disponível entre 1.200 e 2.800 rpm. Peças móveis como pistões e bielas são especiais e a parte eletrônica é especial. Você afunda o pé e ele sai como uma bala de canhão, joga seu corpo contra o assento, e o piloto quase não precisa trocar de marchas. isso o câmbio também muda: em vez de uma caixa com 16 velocidades, o Trakker de corrida precisa só de oito.
O eixo dianteiro também é diferente. Ele é de caminhão militar e traz integrado um sistema de controle de pressão dos pneus. Nas dunas de areia fofa, você pode esvaziar o pneus para 0,8 atmosfera, pois com o pneu murcho é mais difícil atolar. Num piso mais duro, pode encher com até oito atmosferas, para maior desempenho. A tração 4×4 pode ser dosada entre os eixos: no modo normal distribui a força 50%-50%, mas pode ser regulada 60%-40%, de acordo com a necessidade da prova ou estilo do piloto.
Veja também: como se prepara um caminhão da Fórmula Truck
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Pista do Rali Dakar torna-se campo de provas e atesta segurança, durabilidade e robustez do caminhão Iveco Trakker, utilizado na construção e mineração
O desenvolvimento de caminhões para o serviço pesado, como construção, mineração etc, ganham um novo campo de provas: as pistas de Rali. A Iveco, vencedora do Rali Dakar 2012 com o time Petronas-DeRooy-Iveco, utiliza-se deste tipo de competição para experimentar, na prática, e sob condições duríssimas, novas tecnologias que podem, com o tempo, migrar para os caminhões utilizados por mineradoras e construtoras em todo o mundo.
O Trakker, que é também produzido no Brasil, na fábrica da Iveco em Sete Lagoas (MG), é um caminhão que já nasceu off-road para o trabalho nestas áreas (além da cana-de-açúcar e do setor da madeira) e foi o veículo base para os caminhões de competição com os quais a Iveco conquistou o primeiro e segundo lugares no Dakar deste ano. O Trakker é considerado o mais robusto caminhão de seu tipo, devido às características de projeto (o chassi, por exemplo, possui longarinas de dimensões superiores e aço especial).
Giuseppe Simonato, engenheiro e piloto da Iveco, um dos responsáveis pela preparação dos caminhões vencedores, explica que muitas das tecnologias aplicadas nestes veículos acabam aprimorando os produtos de série das montadoras. “Ao final de uma competição como esta, fazemos um levantamento de todas as peças especiais e seu desempenho durante a prova, que é de uma severidae muito acima do imaginável. Depois, verificamos quais podem ser aplicadas nos modelos de rua, e assim fazemos“, explica Simonato. Modificações podem ser pequenas ou grandes. Ele cita, por exemplo, que corridas servem para testar novos desenhos de peças e novos materiais. “Muitas vezes ganhamos em resistência nestas peças, e isso acaba favorecendo o cliente”.
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Com o primeiro, segundo e sexto lugares no ranking geral da categoria caminhões, a Iveco dominou o Dakar 2012, edição 33, considerado o rali mais importante do mundo, que contou com a participação da maior parte dos fabricantes de veículos europeus e asiáticos.
A equipe Petronas De Rooy Iveco venceu o rali com o piloto holandês Gerard De Rooy, dirigindo um Powerstar Iveco, um veículo produzido e vendido pela Iveco na Austrália. O caminhão foi equipado com um motor FPT Cursor 13, com mais de 900 cavalos de potência, e peças Magneti Marelli. Logo depois os outros pilotos da equipe, Stacey e Biasion levaram dois Iveco Trakker Evolution 2, também equipados com o mesmo motor. Os três veículos vencedores são veículos padrão adaptados às condições extremas do rali.
“A participação da Iveco no Dakar 2012 confirma mais uma vez a excelente confiabilidade dos caminhões Iveco e dos motores FPT. Vencer o rali e classificar 3 caminhões nas primeiras 6 posições é um sucesso extraordinário, que mostra a eficiência, força e segurança do Trakker Iveco e Powerstar, já considerados pelos clientes como soluções ideais para uso diário e para os desafios mais difíceis. Meus agradecimentos especiais aos pilotos e todos os outros membros da equipe pelo empenho e dedicação “, comentou o CEO da Iveco, Alfredo Altavilla.
Para a Iveco, o Dakar 2012 foi uma grande oportunidade para confirmar a confiabilidade de seus produtos em terrenos extremamente difíceis. Cada veículo foi levado a condições extremas cruzando três países da América do Sul. A corrida, que começou em 01 de janeiro de 2012 em Mar del Plata, Argentina, cruzou o Chile e o Peru, cobrindo 14 etapas, num total de 8.500 quilômetros, cerca de 4.200 dos quais contra o relógio.
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Após a superação de problemas durante a etapa de ontem, equipe Iveco se recupera e termina em segundo, terceiro e quarto lugares.
Disputada entre as cidades de Aripa, no Chile e Arequipa, no Peru, a 11ª etapa da mais importante competição off road do mundo contou com um percurso de 120 quilômetros e uma etapa especial de 432 quilômetros para os pilotos.
A equipe Iveco – De Rooy acostumada a andar na frente, desta vez não teve grandes momentos para comemorar. A escuderia encerrou o dia na segunda colocação, atrás do piloto russo Andrey Karginov, que pilota um Kamaz.
Karginov conseguiu sua primeira vitória em uma etapa do rali Dakar 2012, com vantagem de 3’03” em relação à Hans Stacey, da Iveco, que preferiu tirar o pé do acelerador após ter a parte dianteira de seu caminhão danificada. “Apesar de querer atacar ao máximo nesta etapa, precisei ajustar a suspensão, após 50 quilômetros de estrada quando fiquei parado no rio. Depois do susto tive de diminuir o ritmo para conseguir concluir o percurso, de qualquer forma estou feliz por ter conseguido finalizar esta etapa, mas é bom lembrar que ainda temos muito caminho até Lima”, desabafou Stacey .
O piloto italiano Miki Biasion que compete com outro caminhão da equipe Iveco chegou atrás de Karginov, na terceira posição, com o tempo de 5’02”.
Líder do rali Dakar 2012 na classificação geral, o holandês Gerard De Rooy terminou a décima primeira etapa na quarta colocação com 6’32” de atraso em relação à Miki Biasion.Ainda assim a vantagem do piloto holandês na classificação geral é de 55’58 em relação ao segundo colocado, seu compatriota Hans Stacey, e de 1h20’29” sobre Artur Ardavichus, da equipe Kamaz.
A décima segunda etapa disputada nesta sexta feira, 13, terá como pano de fundo as cidades de Arequipa e Nasca, ambas no Peru. Os pilotos terão de enfrentar dunas densas e percorrer um total de 686 quilômetros, onde 440 deles serão de deslocamentos e 246 de trecho cronometrado.
Resultado da 11ª etapa
1) Karginov/Devyatkin/Mokeev (Kamaz): 03h52min50s
2) Stacey/Van Goor/Der Kinderen (Iveco): +03min03s
3) Biasion/Huisman/Albiero (Iveco): +05min02s
4) De Rooy/Rodewald/Colsoul (Iveco): +06min32s
5) Kolomy/Kilián/Kilian (Tatra): +13min31s
6) Mardeev/Mizyukaev/Sotnikov (Kamaz): +19min34s
Classificação Geral de Caminhões
1) De Rooy/Rodewald/Colsoul (Iveco): 13h51min55s
2) Stacey/Van Goor/Der Kinderen (Iveco): +55min58s
3) Ardavichus/Kuzmich/Turlubaev (Kamaz): +01h20min29s
4) Karginov/Devyatkin/Mokeev (Kamaz): +02h30min42s
5) Mardeev/Mizyukaev/Sotnikov (Kamaz): +03h59min48s
6) Adua/Alcayna/Torres (Iveco): +05h12min36s
Rali Dakar: Conhecido no início como Paris Dakar e disputado de 1979 a 2007, entre Europa e África, a maior e mais dura prova do automobilismo mundial ocorre sempre no começo de cada ano, com largada no primeiro dia de janeiro e chegada no décimo quinto dia do ano. Desde o ano de 2009 é disputado entre países da América do Sul, devido questões de segurança no antigo trajeto. Neste ano 76 caminhões das mais renomadas marcas foram inscritos na competição. A equipe Iveco, que lidera o rali desde o início, conta com cinco caminhões na competição e mais cinco veículos no apoio.
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